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    Pela 1ª vez desde 2019, Brasil não foi empecilho na COP26, diz especialista

    Ao todo, 105 países, incluindo o Brasil, anunciam nesta terça-feira (2) um novo acordo para acabar com o desmatamento ilegal até o fim desta década

    Da CNN

    Em São Paulo

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    Em entrevista à CNN nesta terça-feira (2), Carlos Nobre, presidente do Painel Brasileiro de Mudanças Climáticas (PBMC) e pesquisador sênior do Instituto de Estudos Avançados da Universidade de São Paulo (IEA-USP), afirmou que pela primeira vez desde a última COP, Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas, que aconteceu em 2019, o Brasil não foi um empecilho para a assinatura de acordos.

    “Nessa COP26 há uma urgência muito grande de todos os países do mundo de se comprometerem a reduzir as emissões dos gases de efeito estufa de forma rápida. Isso é um desafio gigantesco, e o Brasil não saiu fora dos compromissos”, disse Nobre.

    “O Brasil, pela primeira vez desde 2019, na última COP [a edição 25, em Madri, na Espanha], não se colocou como empecilho, pelo menos na assinatura desses compromissos, como o de zerar o desmatamento ilegal até 2030 e também de fazer parte dos 105 países que assinaram a declaração sobre a manutenção das florestas”, acrescentou.

    Ao todo, 105 países, incluindo o Brasil, anunciam nesta terça-feira (2) um novo acordo para acabar com o desmatamento ilegal até o fim desta década.

    A promessa será feita na COP26, Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas, em Glasgow, na Escócia, onde chefes de Estado e representantes de delegações discutem meios de conter a crise climática mundial.

    Este será o primeiro grande acordo da COP26, chamado de Compromisso Global de Financiamento das Florestas, que terá como uma das promessas de financiamento um fundo de quase 14 bilhões de libras de dinheiro público e privado.

    O recurso será encaminhado aos países em desenvolvimento que têm florestas a serem preservadas.

    (Publicado por Kaluan Bernardo).

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