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    Primeiro-ministro da Palestina explica à CNN por que não condenará ataques terroristas do Hamas a Israel

    Autoridade palestina afirmou que "apoio cego a Israel é uma licença para matar"

    Ataque de Israel contra Gaza
    Ataque de Israel contra Gaza 11/10/2023REUTERS/Saleh Salem

    O primeiro-ministro da Palestina, Mohammad Shtayyeh, disse à CNN que não condenará os ataques terroristas do Hamas que matou mais de mil pessoas em 7 de outubro, dizendo: “o apoio cego a Israel é uma licença para matar”.

    “Espero que [os] Estados Unidos não sigam nessa direção”, acrescentou.

    Em uma entrevista em Ramallah, na Cisjordânia, Shytayyeh disse a Becky Anderson, da CNN, por que não estava disposto a condenar os ataques:

    “A história palestina não começa em 7 de outubro”, disse Shtayyeh. “A catástrofe palestina existe há 75 anos, e temos chorado alto, e temos gritado alto e bom som [que] precisamos de uma solução.”

    Ele continuou e disse que “a condenação deveria ser [pelo] assassinato de todo civil, todo ser humano que não merece morrer. Deveríamos condenar isso”.
    Shtayyeh afirmou que o sentimento do povo israelense é de vingança.

    Israel não está sob ameaça existencial e penso que a Casa Branca, [que o presidente Joe Biden] deveria apelar às partes para se sentarem e trabalharem juntas [por] uma solução pacífica”, disse.

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    As visitas de líderes mundiais a Tel Aviv em apoio a Israel – uma referência em parte à visita de Biden na quinta-feira e às visitas do secretário de Estado dos EUA, Antony Blinken, na semana passada, entre outras – “deram as maiores luzes verde para Israel continuar seu ataque a Gaza”, disse Shtayyeh.

    O apoio internacional deveria ser para a paz e não para a agressão, afirmou.

    Veja imagens do conflito entre Israel e Hamas

    O primeiro-ministro apelou para um esforço internacional coletivo, liderado pelo Conselho de Segurança das Nações Unidas, para acabar com a guerra.

    “O que é necessário é um esforço internacional coletivo por parte dos membros do Conselho de Segurança para assumir a liderança no fim do conflito e encontrar uma solução”, disse.

    Este conteúdo foi criado originalmente em inglês.

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