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    Procurador sueco destaca dificuldade para determinar quem sabotou o Nord Stream

    Explosões aconteceram em 26 de setembro nos oleodutos nas zonas econômicas da Suécia e da Dinamarca

    Johan AhlanderSimon JohnsonEssi Lehtoda Reuters

    Provavelmente será difícil determinar quem explodiu os oleodutos Nord Stream que conectam Rússia e Alemanha no Mar Báltico no ano passado, disse a autoridade do Ministério Público da Suécia, que está investigando o incidente, nesta quinta-feira (6).

    As explosões de 26 de setembro nos oleodutos ocorreram nas zonas econômicas da Suécia e da Dinamarca. A explosão na zona sueca aconteceu a 80 metros de profundidade, e o procurador pontuou que a investigação era complicada.

    “Nossa esperança é poder confirmar quem cometeu este crime, mas deve-se notar que provavelmente será difícil dadas as circunstâncias”, ressaltou Mats Ljungqvist em um comunicado.

    “Estamos trabalhando incondicionalmente e revirando cada pedra e não deixando nada ao acaso”, acrescentou.

    Embora nenhuma conclusão tenha sido tirada, existem várias teorias sobre quem explodiu os oleodutos e como agiu.

    A Alemanha confirmou que seus investigadores abordaram um navio em janeiro que pode ter sido usado para transportar os explosivos usados no caso. A mídia alemã informou que o barco poderia ter sido usado por um grupo ucraniano ou pró-ucraniano.

    “Há uma variedade de informações e relatórios sobre a sabotagem contra os gasodutos. O incidente obviamente se tornou uma arena aberta para diferentes tentativas de influência”, ponderou Ljungqvist no comunicado.

    “Essas especulações não têm impacto na investigação em andamento, que se baseia em fatos e informações que surgiram de análises, investigações da cena do crime e colaboração com autoridades da Suécia e de outros países”, destacou.