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    Protestos tomam conta de Israel após aprovação de reforma judicial

    Várias cidades do país abrigaram os atos, incluindo Tel Aviv e Jerusalém; manifestantes foram alvos de forte repressão policial  

    Da CNN

    Uma onda de manifestações tomou conta de Israel após o parlamento aprovar uma lei que limita poderes da Suprema Corte, apresentados pelo governo do primeiro-ministro Benjamin Netanyahu. Várias cidades em todo o país reuniram milhares de manifestantes para se colocar contra as mudanças.

    As manifestações contra a emenda começaram no início do dia, com a polícia arrastando os manifestantes que se acorrentaram a postes e bloquearam a estrada fora do parlamento.

    Milhares de manifestantes se reuniram do lado de fora do Knesset, o parlamento israelense, e ao longo da Begin Highway na segunda-feira, para protestar contra a aprovação do chamado projeto de lei de “razoabilidade” que retirará certos poderes da Suprema Corte.

    À noite, os manifestantes tomaram as ruas de cidades em todo o país. Em Tel Aviv, manifestantes se reúnem no entroncamento Kaplan, local central dos protestos.

    Também houve protestos em Jerusalém. A polícia de Israel usou jatos de água malcheirosa (conhecidas como “água de gambá”) contra os manifestantes que bloqueavam a Begin Highway, uma das principais estradas da cidade, na noite de segunda-feira. Equipes da CNN na área constataram viram e cheiraram.

    A polícia nunca havia usado esse tipo de medida contra os manifestantes.

    No centro do país, um carro passou por uma multidão de manifestantes no centro de Israel nesta segunda-feira, ferindo levemente três pessoas, disse a polícia israelense.

    Imagens do carro dirigindo contra uma pequena multidão em uma rodovia bloqueada pelos manifestantes foram divulgadas pela mídia local.

    A polícia disse que está procurando o carro que fugiu depois de atingir várias pessoas.

    A emenda faz parte de mudanças judiciais mais amplas que o governo anunciou em janeiro, logo após ser empossado, desencadeando meses de protestos sem precedentes em todo o país e despertando preocupação entre os aliados no exterior com a saúde democrática de Israel.

    (Publicado por Fábio Mendes, com informações da CNN e da Reuters)