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    Quando serão as próximas eleições presidenciais na Venezuela?

    Constituição do país determina que ocorra em 2024, mas ainda não há data definida para a ida às urnas; entenda

    Nicolás Maduro está no poder da Venezuela há 10 anos
    Nicolás Maduro está no poder da Venezuela há 10 anos 16/02/2022 REUTERS/Leonardo Fernandez Viloria

    CNN Espanhol

    A Venezuela terá eleições primárias da oposição em 22 de outubro. É um momento fundamental para a oposição escolher quem vai enfrentar o presidente Nicolás Maduro, que está no poder há 10 anos, nas eleições presidenciais em 2024

    O candidato presidencial do movimento Concertação Cidadã, César Pérez Vivas, disse em março passado que estas eleições serão diferentes porque a oposição procurará um candidato único para desafiar Maduro nas urnas, em vez de repetir a estratégia passada, na qual deixavam “o campo livre” para o presidente.

    As próximas eleições presidenciais estão marcadas para 2024, segundo a Constituição do país, mas ainda não há data definida para a ida às urnas.

    Desafios rumo às eleições presidenciais

    Organizações internacionais têm manifestado preocupação com a falta de transparência no processo eleitoral da Venezuela.

    “A comunidade internacional deve exigir que a Venezuela garanta a implementação de padrões eleitorais mínimos que garantam o direito à participação política e a eleições livres e justas”, afirmaram organizações como o Escritório de Washington para a América Latina em declaração conjunta.

    Em julho, os deputados da Assembleia Nacional venezuelana aprovaram um acordo para não permitir a presença da missão de observação eleitoral da União Europeia nas eleições presidenciais de 2024.

    “Nenhuma missão de observação da Europa virá aqui enquanto formos os representantes do Estado venezuelano”, disse então o presidente da Assembleia Nacional da Venezuela, Jorge Rodríguez.

    A medida surgiu depois de o Parlamento Europeu ter condenado a desqualificação de María Corina Machado, que lidera a intenção de voto da oposição, com 41,42%, segundo um estudo nacional da empresa de sondagens ORC Consultores.

    Ela é seguido por Henrique Capriles, representante do partido Primero Justicia, com 4,43%, e Freddy Superlano, da Voluntad Popular, com 4,12%.

    A grande questão agora é o que acontecerá após o resultado das primárias, já que os três candidatos com maior intenção de voto (Machado, Capriles e Superlano) foram sancionados pela Controladoria-Geral da República e inabilitados para concorrer a cargos públicos.

    Isso significa que eles não poderão registar-se como candidatos às eleições presidenciais.

    *Com informações de Osmary Hernández y Kiarinna Parisi

    Veja também: Veja como era a prisão controlada por gangue na Venezuela

    Este conteúdo foi criado originalmente em espanhol.

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