Rebeliões em presídios no Equador deixam mais de 70 mortos

Governo do Equador descreveu rebeliões como "um ato orquestrado por organizações criminosas"

Presidente do Equador, Lenin Moreno, reage na chuva em Guayaquil, em janeiro de 2021
Presidente do Equador, Lenin Moreno, reage na chuva em Guayaquil, em janeiro de 2021 Foto: REUTERS/Santiago Arcos

Alexandra Valencia, da Reuters

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Mais de 70 pessoas morreram em rebeliões em três presídios no Equador, em ações descritas pelo governo nesta terça-feira (23) como um ato orquestrado por organizações criminosas.

O presidente Lenin Moreno tem tentado controlar a violência prisional no país andino, declarando o sistema prisional em estado de emergência, devido aos frequentes confrontos entre gangues de criminosos.

 

Atos violentos entre detentos foram registrados em prisões localizadas nas províncias de Guayas, Azuay e Cotopaxi. O governo disse que a rebelião na prisão de Guayas foi controlada. 

O ministro de Governo, Patricio Pazmiño, atribuiu os incidentes a “uma ação orquestrada por organizações criminosas para gerar violência nas prisões do país”.

Pazmino também afirmou que o governo e a polícia estão tomando medidas para retomar o controle.

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