Resgate de piloto no Irã foi como procurar grão de areia, diz chefe da CIA

John Ratcliffe afirmou que militar estava escondido em uma fenda na montanha, e que localiza-lo foi um "desafio assustador"

Elise Hammond, da CNN
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O diretor da CIA, John Ratcliffe, disse nesta segunda-feira (6) que localizar e resgatar o militar que estava escondido no Irã após seu jato ter sido abatido foi um "desafio assustador".

Foi "comparável a procurar um único grão de areia no meio do deserto", disse ele a repórteres na Casa Branca.

"Esta também foi uma corrida contra o tempo, pois era crucial localizarmos o piloto abatido o mais rápido possível, enquanto, ao mesmo tempo, mantínhamos nossos inimigos desorientados", disse Ratcliffe, acrescentando que a CIA "executou uma campanha de desinformação" para confundir o Irã sobre o desaparecimento do militar.

O diretor da CIA afirmou que a agência localizou e confirmou que o militar estava vivo na manhã de sábado (4), utilizando "recursos humanos e tecnológicos".

A agência repassou essa informação ao secretário de Defesa, Pete Hegseth, que a comunicou ao presidente dos EUA Donald Trump, dando início à missão de resgate, disse Ratcliffe.

"Como é tradição das Forças Armadas dos EUA não deixar nenhum homem ou mulher para trás, esta era uma missão sem margem para erro", afirmou.

O militar estava "escondido em uma fenda na montanha, ainda invisível para o inimigo, mas não para a CIA", disse Ratcliffe.

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