Salada, filé de carne e torta: veja cardápio do almoço entre Lula e Trump

Refeição foi dividida em três etapas: entrada, prato principal, com opção vegetariana, e sobremesa; líderes se encontraram na Casa Branca

Mariana Janjácomo e Gabriela Piva, da CNN Brasil, Washington e São Paulo
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O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, recebeu o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na Casa Branca nesta quinta-feira (7). Os líderes almoçaram depois da reunião, sendo que o cardápio contou com salada, filé bovino e torta.

A refeição foi dividida em três etapas: entrada, prato principal, com opção vegetariana, e sobremesa. Veja abaixo o cardápio:

  • Entrada:
    Salada de Coração de Alface Romana, Jicama (nabo mexicano), Gomos de Laranja, Abacate e Molho Cítrico;
  • Prato Principal:
    Filé de Carne Grelhado, Purê de Feijão Preto, Minipimentões Doces e Relish de Rabanete com Abacaxi. Opção vegetariana estará disponível;
  • Sobremesa:
    Torta de Panna Cotta de Mel com Pêssegos de Verão Caramelizados e Sorvete de Crème Fraîche.

Lula entrou na Casa Branca pelo portão do gramado sul e foi cumprimentado por Trump assim que o petista desceu do carro. As imagens foram compartilhadas por Margo Martin, conselheira de comunicações do governo americano.

O carro usado pelo chefe de Estado brasileiro é um chevrolet SUV Suburban, do serviço secreto americano. Quem abriu a porta foi um fuzileiro naval, que faz a segurança cerimonial na Casa Branca.

A ida de Lula é classificada como "visita de trabalho", modalidade mais objetiva e discreta do que uma visita de Estado.

Diferentemente de cerimônias oficiais com jantar de gala e honras militares, o encontro é concentrado em negociações bilaterais e conversas reservadas no Salão Oval.

Entre os principais temas da pauta estão as tarifas impostas pelos Estados Unidos sobre produtos brasileiros, como aço, alumínio, cobre e móveis.

Outro assunto que pode ter sido discutido é a cooperação internacional no combate ao crime organizado. Integrantes do governo Lula pretendem reduzir ruídos diplomáticos envolvendo a possibilidade de facções brasileiras, como PCC e Comando Vermelho, serem classificadas como organizações terroristas pelos Estados Unidos.

*com informações de Diego Pavão e Tiago Tortella, da CNN Brasil