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    Testemunha descreve cenas de terror após tiroteio em pista de boliche nos EUA: “Sangue por toda parte”

    Pelo menos 16 pessoas morreram em dois tiroteios em Lewiston, no Maine, na noite de quarta-feira (25); entre 50 e 60 pessoas ficaram feridas, segundo autoridades

    Imagem mostra vítima em uma maca sendo colocada em uma ambulância pelos socorristas em Lewiston, Maine
    Imagem mostra vítima em uma maca sendo colocada em uma ambulância pelos socorristas em Lewiston, Maine Nichoel Wyman Arel

    Da CNN

    Uma testemunha ocular disse que viu “definitivamente mais de uma dúzia” de pessoas saindo da pista de boliche onde ocorreu um dos tiroteios em Lewiston, Maine, na noite de quarta-feira (25).

    Nichoel Wyman Arel descreveu uma grande presença policial e de ambulância fora da Sparetime Recreation após o incidente mortal. Arel disse que viu policiais revistando as pessoas quando elas saíam da pista de boliche.

    Arel estava voltando para casa com uma amiga quando se deparou com a cena trágica. A mulher capturou imagens de pessoas sendo revistadas e saindo da pista de boliche.

    Ao menos 16 pessoas morreram e mais de 50 ficaram feridas no ataque, segundo fontes policiais.

    O vereador da cidade de Lewiston, Robert McCarthy, disse à CNN que o número pode chegar a 22.

    Veja também: Ataque a tiros deixa mortos nos EUA

    Ela viu uma pessoa que parecia estar “com sangue por toda parte”, mas não sabia se ela mesma estava ferida. “É tudo meio confuso. Eu não estava prestando atenção em muitos detalhes”, disse Arel.

    Ela também disse que viu crianças no local com suas famílias.

    “Sim, havia crianças. Olhando para trás, como se essa fosse provavelmente a parte mais difícil, ver, apenas famílias, famílias saindo de lá e sabendo que isso aconteceu lá enquanto eles provavelmente estavam apenas tentando ter uma noite em família”, disse Arel à CNN.

    A filha mais nova de Arel estava com ela quando testemunhou as consequências do tiroteio.

    “Ela estava definitivamente assustada. Ela disse – ela começou a chorar e disse: ‘Este é um mundo assustador em que vivemos, mãe.’ Eu fico, tipo, ‘Eu sei’”.

    Ao chegar em casa, Arel disse que trancou a casa, inclusive as janelas. Ela possui uma arma de fogo que, segundo ela, fez sua filha “se sentir melhor ao saber que eu a carregava”.

    Ela disse que sua filha “estava com medo de que alguém entrasse em nossa casa”.

    Os residentes de Lewiston estão sendo instruídos a continuar abrigados no local.

    Este conteúdo foi criado originalmente em inglês.

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