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    Tribunal europeu decide que nome Pablo Escobar não pode ser marca registrada

    Irmão de falecido traficante tentou reivindicar marca Escobar Inc.

    Tribunal europeu decide que nome do traficante Pablo Escobar não pode ser registrado
    Tribunal europeu decide que nome do traficante Pablo Escobar não pode ser registrado Reuters

    Julia Payneda Reuters

    O nome do falecido traficante colombiano Pablo Escobar não pode ser registrado como marca comercial na União Europeia, decidiu o Tribunal de Justiça da UE nesta quarta-feira (17), depois que seu irmão tentou fazer uma reivindicação.

    O tribunal confirmou a decisão do escritório de propriedade intelectual da UE (EUIPO) que recusou um pedido de registro de marca da Escobar Inc. em 2022.

    “O EUIPO constatou corretamente que essas pessoas associariam o nome de Pablo Escobar ao tráfico de drogas e ao narcoterrorismo e aos crimes e sofrimentos resultantes disso, e não às suas possíveis boas ações em favor dos pobres na Colômbia”, disse o tribunal em um comunicado.

    A Escobar Inc. foi fundada em Porto Rico pelo irmão de Pablo Escobar, Roberto de Jesús Escobar Gaviria, que passou 12 anos na prisão por seu papel na organização criminosa do irmão.

    Gaviria disse em 2020 que sua empresa lançaria um smartphone dobrável chamado Escobar Fold 1. A empresa atualmente vende uma criptomoeda chamada Escobar Cash, de acordo com seu site.

    Pablo Escobar liderou uma das organizações criminosas mais poderosas do mundo, o Cartel de Medellín. Sua fortuna, obtida com o tráfico de cocaína, foi estimada pela Forbes em 1987 em mais de 3 bilhões de dólares, embora alguns relatos a coloquem em um valor muito mais alto.

    Milhares de pessoas foram mortas na violência relacionada ao cartel durante e após sua morte em 1993, quando foi baleado pelas forças de segurança.