Trump acusa Nigéria de violação da liberdade religiosa

Tanto cristãos quanto muçulmanos no país têm sido vítimas de ataques perpetrados por islamitas radicais

Samantha Waldenberg e Nimi Princewill, da CNN
Presidente dos EUA, Donald Trump
Presidente dos EUA, Donald Trump  • 09/10/2025REUTERS/Nathan Howard
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O presidente dos EUA, Donald Trump, acusou a Nigéria de cometer graves violações da liberdade religiosa em uma publicação nas redes sociais nesta sexta-feira (31), afirmando que "o cristianismo enfrenta uma ameaça existencial na Nigéria".

“Milhares de cristãos estão sendo mortos. Os islamitas radicais são responsáveis ​​por esse massacre. Declaro a Nigéria um 'PAÍS DE ESPECIAL PREOCUPAÇÃO'”, escreveu o presidente no Truth Social.

Ao designar a Nigéria como um “País de Preocupação Especial” ao abrigo da Lei Internacional de Liberdade Religiosa, o líder dos EUA sugeriu que a sua administração constatou que a nação se envolveu ou tolerou “violações sistemáticas, contínuas e flagrantes da liberdade religiosa”.

As alegações de massacre de cristãos, no entanto, foram rejeitadas pelo governo da Nigéria e não são comprovadas por dados.

 

Sanções devem pressionar o país a mudar seu comportamento e podem ser impostas caso todos os meios não econômicos tenham sido esgotados.

“Os Estados Unidos não podem ficar de braços cruzados enquanto tais atrocidades acontecem na Nigéria e em inúmeros outros países”, acrescentou. “Estamos prontos, dispostos e aptos a salvar nossa grande população cristã ao redor do mundo”, disse Trump.