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    Ucrânia diz que negociações com a Rússia serão retomadas na sexta-feira (1º)

    Último encontro entre as duas partes terminou sem acordo, mas com russos insistindo na necessidade de neutralidade ucraniana

    Encontro mais recente entre delegações russa e ucraniana aconteceu em Istambul, na Turquia, para mais uma rodada de negociações sobre a guerra na Ucrânia
    Encontro mais recente entre delegações russa e ucraniana aconteceu em Istambul, na Turquia, para mais uma rodada de negociações sobre a guerra na Ucrânia Foto: Arda Kucukkaya/Anadolu Agency via Getty Images

    Mariya Knightda CNN

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    A próxima rodada de negociações entre a Ucrânia e a Rússia será retomada de forma remota por videoconferência na próxima sexta-feira, dia 1º de abril. O chefe da delegação ucraniana confirmou a informação nesta quarta-feira (30).

    Em mensagem publicada em seu canal Telegram, David Arakhamia também disse que durante as negociações realizadas na Turquia, nesta semana, foi anunciado que chegou a hora de uma reunião entre o presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, e o presidente russo, Vladimir Putin.

    No entanto, os negociadores da Rússia disseram que é necessário que um projeto de acordo com aprovação mais forte de ambos os lados aconteça primeiro, segundo Arakhamia.

    O chefe da delegação ucraniana pediu que a próxima reunião seja realizada entre os presidentes dos dois países. Ainda não há data ou encontro oficial entre os dois líderes.

    “Ao mesmo tempo, insistimos que tal reunião não ocorra no território da Rússia ou da Belarus”, concluiu Arakhamia.

    Último encontro entre delegações terminou sem acordos

    A mais recente rodada de negociações feita entre Rússia e Ucrânia, realizada na última terça-feira (29) em Istambul, cidade da Turquia, chegou ao fim sem acordos firmados, mas com novas informações sobre as exigências de ambos os lados para encaminharem as conversas adiante.

    almejado status neutro da Ucrânia teria como condição a não implementação de bases militares internacionais no território do país, bem como o não ingresso em alguma aliança militar.

    A Ucrânia exige garantias de segurança e um cessar-fogo para resolver problemas humanitários. Entre os pontos apresentados, está a proposta de garantir consultas sobre o status do território da Crimeia — anexado pela Rússia em 2014 — pelos próximos 15 anos.

    Segundo um dos negociadores ucranianos, as garantias de segurança poderiam envolver Israel, Polônia, Canadá e Turquia — mas não foram fornecidos mais detalhes do papel dos países nesse possível acordo.

    Este conteúdo foi criado originalmente em inglês.

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