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    Ucrânia se diz aberta a negociações com Rússia, mas rejeita conversas em Belarus

    Presidente Volodymyr Zelensky fez um pronunciamento por vídeo; ele afirmou que ainda está aberto para negociações

    Pavel Polityukda Reuters

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    O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, rejeitou uma oferta russa de negociações em Belarus neste domingo (27), afirmando que o país é cúmplice da invasão da Rússia, mas deixando a porta aberta para negociações em outros locais.

    O Kremlin disse que sua delegação estava pronta para se encontrar com autoridades ucranianas na cidade de Gomel.

    Zelensky também pediu para que o poder de voto da Rússia no Conselho de Segurança da ONU seja retirado e disse que as ações russas beiram o “genocídio”.

    “Isso é terror. Eles vão bombardear ainda mais nossas cidades ucranianas, vão matar nossas crianças ainda mais sutilmente. Este é o mal que chegou à nossa terra e deve ser destruído”, disse Zelenskiy em uma curta mensagem de vídeo.

    “As ações criminosas da Rússia contra a Ucrânia trazem sinais de genocídio”, acrescentou.

    Em outro vídeo, dirigindo-se a “todos os cidadãos do mundo, amigos da Ucrânia, paz e democracia”, Zelensky disse: “Qualquer um que queira se juntar à defesa da Ucrânia, da Europa e do mundo pode vir e lutar lado a lado com os ucranianos contra os criminosos de guerra russos.”

    Entenda o conflito

    Após meses de escalada militar e intemperança na fronteira com a Ucrânia, a Rússia atacou o país do Leste Europeu. No amanhecer desta quinta-feira (24), as forças russas começaram a bombardear diversas regiões do país – acompanhe a repercussão ao vivo na CNN.

    Horas mais cedo, o presidente russo, Vladimir Putin, autorizou uma “operação militar especial” na região de Donbas (ao Leste da Ucrânia, onde estão as regiões separatistas de Luhansk e Donetsk, as quais ele reconheceu independência).

    O que se viu nas horas a seguir, porém, foi um ataque a quase todo o território ucraniano, com explosões em várias cidades, incluindo a capital Kiev.

    De acordo com autoridades ucranianas, dezenas de mortes foram confirmadas nos exércitos dos dois países.

    Em seu pronunciamento antes do ataque, Putin justificou a ação ao afirmar que a Rússia não poderia “tolerar ameaças da Ucrânia”. Putin recomendou aos soldados ucranianos que “larguem suas armas e voltem para casa”. O líder russo afirmou ainda que não aceitará nenhum tipo de interferência estrangeira.

    Esse ataque ao ex-vizinho soviético ameaça desestabilizar a Europa e envolver os Estados Unidos.

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