Políticos e autoridades brasileiras parabenizam Biden e exaltam democracia

Políticos brasileiros usaram as redes sociais para parabenizar Joe Biden pela e Kamala Harris pela vitória e exaltar a democracia 

Mylene Guerra, da CNN em São Paulo
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Joe Biden ao lado de sua companheira de chapa, a senadora Kamala Harris
Joe Biden ao lado de sua companheira de chapa, a senadora Kamala Harris
Foto: Reprodução/Twitter @joebiden (11.ago.2020)

Políticos brasileiros usaram neste sábado (7) as redes sociais para parabenizar Joe Biden pela e Kamala Harris pela vitória nas eleições presidenciais nos Estados Unidos e exaltar a democracia. 

O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, disse que a vitória do democrata Joe Biden “restaura os valores da democracia”. 

Os governadores de São Paulo, João Doria; do  Maranhão, Flavio Dino; de Minas Gerais, Romeu Zuma; do Ceará, Camilo Santana e do do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite, também usaram o twitter para parabenizar Biden. João Doria, governador de São Paulo, falou sobre a importância da relações multilaterais. 

Sobre a vitória do candidato democrata, o presidente do Tribunal Superior Eleitoral e ministro do Supremo Tribunal Federal, Luís Roberto Barroso, disse: “Democracia significa eleições limpas, alternância no poder e respeito aos resultados”. 

O ex-presidente do Brasil, Michel Temer, também se manifestou e desejou êxito ao presidente americano eleito. Temer também lembrou do encontro com Joe Biden na ONU. 

O tom humanista presente na campanha de Joe Binden, foi ressaltado pelo ex-presidente do Brasil, Luis Inácio Lula da Silva. O ex-presidente Lula também falou sobre o desejo do povo americano de ir contra o "trumpismo". 

A ex-presidente Dilma Rousseff também se manifestou. A ex-presidente, primeira mulher a presidir o Brasil, falou sobre a importância da eleição da primeira mulher negra para a vice-presidência dos Estados Unidos. 

 

Bolsonaro

Setores do governo já se dividem sobre a necessidade de reconhecimento por parte do presidente Jair Bolsonaro da vitória do democrata contra Donald Trump na eleição americana.

O Itamaraty resiste à ideia de reconhecer desde já, sob a justificativa de que não é cabível "se antecipar às próprias instituições americanas". A ideia por ali é aguardar o resultado final da judicialização que os republicanos estão promovendo para só então reconhecer o vitorioso.

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