Bonecos Labubus chegam ao Brasil a partir de R$ 299
A comercialização dos itens virais foram disponibilizadas a partir desta quinta-feira (18)

Os famosos bonecos Labubus passam a ser comercializados no Brasil a partir desta quinta-feira (18). O anúncio foi feito pela Candide, responsável pela distribuição dos produtos da empresa chinesa Pop Mart.
A chegada da marca acompanha o boom internacional dos chamados “art toys”, categoria que mistura design, cultura pop e o fator surpresa das caixas fechadas.
De acordo com a Reuters, a empresa ultrapassou US$ 5,4 bilhões em receita em 2025, resultado que representa crescimento superior a 184,7% em relação ao ano anterior.
Além dos clássicos, também foram lançados outros itens de linhas como: Cry Baby, Hirono, SkullPanda, Pucky Nyota, Meninas Superpoderosas, O Pequeno Príncipe e My Little Pony, Naruto, Demon Slayer, Teletubbies e Frieren.
Os preços dos produtos variam de R$ 299,99 a R$ 799,99.
Afinal, o que são os Labubus?
Os labubus são bonecos colecionáveis e chaveiros de pelúcia com uma estética "feio-fofa", caracterizados por orelhas longas, sorriso travesso e dentes afiados.
Criados pelo artista Kasing Lung, eles viraram febre global após serem adotados como acessórios de bolsas por celebridades como Lisa, integrante do BLACKPINK, Rosé, que faz parte do grupo, também mostrou ser fã dos itens. Rihanna e Dua Lipa já foram fotografadas com seus colecionáveis.
Entenda a polêmica envolvendo os Labubus
Em 2025, o caos gerado pelas longas filas e relatos de tumulto fez a distribuidora Pop Mart suspender a venda de seus colecionáveis nas lojas físicas do Reino Unido.
Em comunicado, a fabricante explicou que a febre em torno dos personagens "Labubus" causou uma aglomeração sem precedentes nos dias de reposição.
Para priorizar a segurança e o conforto do público, as vendas em lojas e quiosques automatizados (Roboshops) de pelúcias da coleção The Monsters foram temporariamente interrompidas.
“A retirada do Labubus das lojas do Reino Unido pela Pop Mart parece uma medida preventiva para acalmar o frenesi nas lojas e proteger tanto a marca quanto os clientes”, disse Sarah Johnson, fundadora e diretora da consultoria de varejo Flourish Retail, sediada no Reino Unido, à CNN.
“Ao mesmo tempo, esse tipo de decisão mantém o produto em evidência e aumenta a sensação de escassez, o que só gera mais interesse e atenção online".


