Com atraso, MEC leva internet para universitários na pandemia

Este será o primeiro anúncio do novo ministro, Milton Ribeiro, que assumiu após uma tumultuada busca pelo sucessor de Abraham Weintraub

Basília Rodrigues
Por Basília Rodrigues, CNN  
16 de agosto de 2020 às 14:28 | Atualizado 17 de agosto de 2020 às 06:46

Com atraso, o Ministério da Educação vai disponibilizar internet para alunos de universidades e instituições federais impactados pela pandemia.

Este será o primeiro anúncio do novo ministro, Milton Ribeiro, que assumiu após uma tumultuada busca pelo sucessor de Abraham Weintraub, que foi demitido em junho.

Ribeiro iniciou, de fato, sua gestão na semana passada, após se recuperar do novo coronavírus. A expectativa é que o próprio ministro faça o anúncio do início do projeto de internet para estudantes vulneráveis de ensino superior, nesta segunda-feira (17).

Ao menos 400 mil estudantes com dificuldades financeiras para contratar internet e ter acesso às atividades de casa poderão utilizar pacotes de dados móveis, disponibilizados pelo governo.

Desde maio, a ideia estava sendo desenhada pela Rede Nacional de Ensino e Pesquisa (RNP), que é ligada ao Ministério da Educação, com representantes de universidades e institutos federais, centros de educação tecnológica e do Colégio Pedro II.

A licitação concluiu a primeira chamada no fim de julho. A empresa Algar foi a vencedora para atender às instituições nos estados de Minas Gerais, Goiás e Mato Grosso.

Uma segunda chamada foi concluída na quinta-feira passada, em que a Claro foi selecionada para operar em instituições de 767 municípios e a Oi para a cobertura complementar de 601 cidades.