'Fase verde não quer dizer que a pandemia acabou', diz secretária de SP

Capital paulista e outras seis regiões do estado avançaram para a fase verde (4) do Plano SP

Da CNN, em São Paulo*
09 de outubro de 2020 às 15:29 | Atualizado 09 de outubro de 2020 às 15:31

A capital paulista e a região metropolitana, junto de outras cinco regiões do estado de São Paulo, passou para a fase verde do Plano SP de enfrentamento à pandemia. A nova classificação foi divulgada nesta sexta-feira (9), em coletiva à imprensa.

A secretária de Desenvolvimento Econômico, Patrícia Ellen, no entanto, faz um alerta: a mudança de etapa não quer dizer que não temos pandemia.

Em entrevista à CNN, ela destacou, por exemplo, que aglomerações ainda não são permitidas. “A fase verde não quer dizer que não temos a pandemia. Temos que enfrentá la. A fase verde não é a última fase, temos a fase azul depois dela. Então, aglomerações estão proibidas. Precisamos continuar respeitando os protocolos, ainda mais agora que haverá uma retomada mais expressiva das atividades”, falou Ellen.

A secretária também explicou porque alguns eventos estão liberados e outros não. Segundo ela, diferentemente de baladas, torcidas em jogos e shows grandes, em atividades culturais pequenas, por exemplo, é possível controlar o público que acessa, além do distanciamento entre as pessoas. 

“E tem ali a garantia que pode aplicar uma série de protocolos de higiene e proteção para que não haja uma taxa de contágio elevada nesse espaço”, concluiu.

Com a atualização, nas regiões que estão na fase verde, os estabelecimentos comerciais – comércio de rua, shoppings centers, academias e prestadores de serviço – poderão funcionar por 12 horas diárias.

Há ainda uma mudança específica para restaurantes e outros estabelecimentos similares: eles poderão ficar abertos até 23h desde que cumpridas as determinações de saúde do Plano São Paulo.

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A partir deste sábado (10), também poderão voltar a funcionar algumas atividades do setor cultural, como teatros, museus, bibliotecas e cinemas, que já têm protocolos assinados.

(*Com informações de Murillo Ferrari e Henrique Andrade, da CNN, em São Paulo)