Séries Originais: Como a polícia recuperou quadros avaliados em US$ 55 milhões

CNN Séries Originais exibe episódio sobre roubo de obras valiosas do Masp; na série 'Caminhos da Longevidade', programa discute o medo que temos de morrer

Da CNN, em São Paulo
06 de março de 2021 às 05:00
Quadros roubados do Masp
O quadro 'Retrato de Suzanne Block', de Pablo Picasso, roubado do Masp em 2007
Foto: CNN Brasil

Em 2007, duas valiosas obras de arte foram roubadas do acervo do Museu de Arte de São Paulo (Masp). Juntos, os quadros Retrato de Suzanne Block, de Pablo Picasso, e "Lavrador de Café", de Cândido Portinari, valiam ao menos US$ 55 milhões, em valores da época.

Neste domingo (7), o CNN Séries Originais reconstitui o roubo, que durou em apenas 30 minutos, e os trabalhos da polícia para reaver as obras. O terceiro episódio da série "Roubos Históricos" reconta outros dois roubos históricos e o mercado ilegal de obras de arte no Brasil.

O programa vai ao ar neste domingo (7), às 19h20, na CNN

Os números do mercado ilegal de obras de arte impressionam. O Instituto Brasileiro de Museus (Ibram) estima que 388 obras de arte estejam desaparecidas no Brasil. A Interpol contabiliza, em todo o mundo, 50 mil peças roubadas.

Em entrevista à CNN, um ex-agente do FBI que atuava neste segmento estima que o mercado ilegal movimente cerca de US$ 6 bilhões por ano, o equivalente a mais de R$ 34 bilhões anuais na cotação atual.

Medo de morrer

"Nós temos um horror à ideia da nossa finitude e da morte”, afirma Leandro Karnal. O filósofo e apresentador da CNN é um dos entrevistados do terceiro episódio da série "Caminhos da Longevidade", que discute os dilemas do envelhecimento e a perspectiva do fim da vida.

Se envelhecer é inevitável, qual será a melhor maneira de lidar com o fluxo natural da vida?

Para Alexandre Kalache, presidente do Centro Internacional da Longevidade, é preciso aceitar e ter orgulho da velhice. “Eu faço questão de dizer publicamente que eu sou velho e acho ótimo. Envelhecer é bom. Morrer cedo é que não presta", argumenta.

Zezé Motta
A atriz Zezé Motta, em entrevista ao CNN Séries Originais
Foto: CNN Brasil

A atriz Zezé Motta compartilha da mesma opinião. “Tive a crise dos 40, dos 50, e dos 60. Aí depois com 70 eu disse “para de palhaçada, Zezé. Tá ótimo. (risos)”, conta a veterana artista.

Por fim, a reportagem trata dos esforços empreendidos a fim de evitar os aspectos visíveis do envelhecimento. O Brasil é o segundo país do mundo que mais realiza procedimentos estéticos, e a CNN vai mostrar o caso de uma modelo, que já gastou mais de R$ 500 mil em cirurgias e tratamentos estéticos.