Covas suspende aulas presenciais em São Paulo

Medida vale de 17 de março a 5 de abril

Da CNN, em SP
12 de março de 2021 às 12:16 | Atualizado 12 de março de 2021 às 15:01

O prefeito Bruno Covas (PSDB) suspendeu nesta sexta-feira (12) as aulas presenciais na cidade de São Paulo. A medida vale para escolas públicas e particulares. O decreto determina a antecipação do recesso escolar de julho para próxima quarta-feira (17) e segue vigente até o dia 5 de abril, após o feriado da Páscoa.

""Essa medida se faz necessária para que a gente possa conter o avanço do vírus em São Paulo. A suspensão de aulas presenciais vale para a rede privada, para rede pública estadual e rede pública municipal na cidade de São Paulo""

afirmou Covas.

 As escolas vão continuar funcionando durante o período de validade do decreto, mas em horário reduzido, das 10h às 16h. De acordo com a prefeitura, apenas uma pequena equipe deve ficar em cada escola para manter as atividades essenciais e distribuir cartões-merenda para os responsáveis dos alunos que ingressaram na rede pública municipal esse ano.

Covas afirmou que o intuito da medida é reduzir a circulação de pessoas na cidade. O estado de São Paulo já tinha adotado a antecipação do recesso escolar de junho e outubro para a próxima segunda-feira (15), também com o intuito de diminuir a circulação no território paulista.

Prefeito de São Paulo, Bruno Covas
Foto: Estadão Conteúdo

Os alunos deverão ficar em casa e nenhuma atividade obrigatória será cobrada. As escolas particulares têm liberdade para decidir se adotam as aulas online ou suspendem as atividades.

Na última terça-feira (9), o Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP) proibiu a convocação de professores e funcionários de escolas públicas e privadas em todo o estado durante as fases vermelha e laranja do Plano SP. A decisão vale para todos que sejam filiados aos sindicatos que ingressaram com a ação na Justiça.