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    Alimentação escolar é a principal refeição para 56% dos estudantes no Rio, aponta pesquisa

    Segundo o levantamento, 41% dos estudantes declarou que a quantidade de alimentação ofertada nas escolas é pouca ou muito pouca

    Ministério Público e Defensoria Pública argumentaram que estado e prefeitura continuavam recebendo as verbas do Plano Nacional de Alimentação Escolar, mesmo após suspensão das aulas
    Ministério Público e Defensoria Pública argumentaram que estado e prefeitura continuavam recebendo as verbas do Plano Nacional de Alimentação Escolar, mesmo após suspensão das aulas Foto: Marcelo Camargo/ Agência Brasil

    Isabela FilardiCarolina Figueiredoda CNN

    Em São Paulo

    A alimentação escolar é a principal refeição de 56% dos estudantes da região Metropolitana do Rio de Janeiro. Os dados são da pesquisa “Conta Pra Gente Estudante – Grande Rio”, realizada pelo Observatório da Alimentação Escolar (ÓAÊ) em parceria com a Ação da Cidadania.

    Segundo o levantamento, apesar de 87% dos estudantes consumirem a refeição oferecida pelas escolas, 41% declarou que a quantidade de alimentação ofertada nas escolas é pouca ou muito pouca.

    Dois em cada cinco estudantes da rede pública de ensino da região apontam insuficiência de alimentação escolar; entre estudantes negros, insuficiência é ainda maior, de 44%, enquanto para os brancos é de 33%.

    No prato dos estudantes, os alimentos mais presentes são o feijão (97%) e o arroz (96%).

    A oferta obrigatória de legumes e verduras acontece na escola de 84% dos estudantes. Refeição com ovos em 83%, com carnes em 78%, e com frutas em 61%.

    Reajuste no valor da merenda

    O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) anunciou no dia 10 de março reajuste nos valores da merenda escolar do ensino público, congelados há cinco anos. O aumento chegou a 39% para alunos do ensino fundamental e médio.

    A verba destinada à alimentação dos estudantes é repassada pelo governo federal para estados e municípios pelo Programa Nacional de Alimentação Escolar (Pnae).

    Os novos valores serão pagos já a partir deste mês. Pelos cálculos, o total de investimento para a merenda escolar deve chegar a R$ 5,5 bilhões.