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    Amazonas reduz quase 100% dos casos de sarampo

    Segundo o Ministério da Saúde, Brasil teve 30 mil casos de sarampo e 18 óbitos pela doença entre 2019 e 2022

    Representação artística do vírus do sarampo, altamente contagioso
    Representação artística do vírus do sarampo, altamente contagioso Kateryna Kon/Getty Images/Science Photo Library

    Gabriel Damiãoda CNN

    Entre 2019 e 2022, o estado do Amazonas teve 379 casos suspeitos de sarampo. O número somado representa uma diminuição de quase 97% em relação à 2018, quando foram 12.454 casos.

    De acordo com a Fundação de Vigilância do Amazonas, 76% dos casos recentes são em crianças menores de 10 anos. Aproximadamente 40% do total foi em bebês com menos de um ano, dos quais mais da metade não estava vacinada.

    No Brasil, de acordo com dados do Ministério da Saúde, foram quase 30 mil casos de sarampo entre 2019 e 2022. Nesse período foram registrados 28 óbitos em decorrência da doença.

    Segundo o Calendário Nacional de Vacinação, devem ser vacinados bebês ao completarem um ano de idade, com dose de reforço entre os 4 e 6 anos. Há também recomendação para pessoas não vacinadas na juventude, se imunizarem entre os 30 e 50 anos.

    Em um alerta emitido em fevereiro para o risco de surtos da doença, a Organização Pan-Americana da Saúde declarou que, em decorrência da pandemia e distanciamento social, os casos confirmados caíram no continente, assim como a vacinação.

    Apenas seis países tiveram casos importados, sendo um deles o Brasil. Os outros são Argentina, Canadá, Equador, Paraguai e Estados Unidos.

    O sarampo é uma doença infecciosa, transmissível e extremamente contagiosa. Os sintomas podem ser graves, com complicações infecciosas, e resultar em morte, particularmente em crianças desnutridas e em menores de um ano de idade. É também considerada uma das principais causas de morte evitáveis entre jovens.

     

    Veja também — Universidade desenvolve vacina contra crack e cocaína