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    Ambientalista do Ibama é morto a tiros no Tocantins

    Sidiney de Oliveira Silva, ou Nenê, como era conhecido, foi assassinado na porta da casa da irmã, em Formoso do Araguaia

    Sidiney de Oliveira Silva, ou Nenê, como era conhecido, era ambientalista e brigadista do Ibama
    Sidiney de Oliveira Silva, ou Nenê, como era conhecido, era ambientalista e brigadista do Ibama Reprodução/Redes Sociais

    Rafael Villarroelda CNN* São Paulo

    Um servidor do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) foi executado a tiros na porta da casa da irmã na cidade de Formoso do Araguaia, no Tocantins, no último sábado (15).

    Sidiney de Oliveira Silva, ou Nenê, como era conhecido, era ambientalista e brigadista. De acordo com a polícia, a vítima estava de passagem na casa da irmã antes do início da temporada de combates a incêndios florestais na região.

    Em nota, o Ibama lamentou a morte do servidor. Ele era presidente da Associação de Brigadistas da Brigada Federal Nordeste.

    Segundo o órgão, Sidiney atuou nos últimos anos em combates a incêndios florestais e seria contratado novamente neste ano.

    Ainda de acordo com a instituição, ele era um forte defensor do meio ambiente na Ilha do Bananal e isso pode ter atraído inimizades contra ele, acredita o diretor da Associação de Servidores do Ibama, Wallace Lopes.

    Segundo informou a Polícia Militar, a guarnição foi acionada pala irmã da vítima, pois seu irmão havia sido baleado. Ao chegar no local, o serviço de saúde da cidade, constatou o óbito.

    Logo após, o local foi isolado e a testemunha contou que estava no interior da sua residência, quando ouviu o barulho de duas explosões. Ela relatou que quando abriu o portão da sua casa, já encontrou o irmão caído, praticamente em frente ao portão da sua casa. A mulher contou que neste momento seu deu conta de que ele havia sido baleado, e então acionou a Polícia Militar.

    Após o crime, a PM realizou patrulhamento, em busca de tentar identificar e prender o possível autor do homicídio, porém nenhum suspeito foi localizado.

    A CNN procurou a Polícia Civil do Tocantins, mas não obteve retorno até a publicação desta reportagem.

    (*Sob supervisão de Marcos Guedes)