Prime Time

seg - sex

Apresentação

Ao vivo

A seguir

    Após seca recorde, Rio Negro volta a subir no Amazonas

    Nível subiu 17 centímetros nos últimos três dias; dados são da medição do rio feita no Porto de Manaus

    Rebocador e balsa ficam encalhados no Rio Negro por causa da seca no Amazonas
    Rebocador e balsa ficam encalhados no Rio Negro por causa da seca no Amazonas Suamy Beydoun/Agif - Agência de Fotografia/Estadão Conteúdo (19.out.2023)

    Felipe Andradeda CNN

    em São Paulo

    O Rio Negro voltou a subir após a maior seca de sua história. Nesta segunda-feira (30), o rio registrou 12,87 metros, 17 centímetros a mais do que a medição de sexta-feira (27), quando estava em 12,70, o menor nível já registrado em mais de 120 anos.

    Os dados são da medição do rio feita no Porto de Manaus.

    A estiagem no Amazonas, considerada a pior da história, levou 60 municípios do estado a decretarem situação de emergência e fez com que comunidades ribeirinhas ficassem ilhadas, já que os rios são as principais vias de transporte para o interior do estado e, com nível baixo, os barcos grandes não conseguem as condições mínimas de navegação.

    De acordo com a Defesa Civil do Amazonas, mais de 600 mil pessoas estão sendo afetadas pela falta de chuva.

    Além da seca dos rios, a estiagem segue agravando outros problemas. A fumaça causada pelas queimadas na floresta já fez com que a qualidade do ar na cidade de Manaus, capital do Amazonas, e outras cidades fosse considerada “péssima” pelos serviços de medição.