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    Brasil caminha a passos lentos para adotar educação inclusiva, diz especialista

    À CNN Rádio, o professor de psicologia da UFSCAR João do Carmo afirmou que modelo deve ser perseguido pela sociedade como um todo

    Taylor Flowe na Unsplash

    Amanda Garciada CNN

    “O paradigma de inclusão é um modelo a ser perseguido pelas escolas, setores educacionais e pela sociedade”, segundo o professor de psicologia da UFSCAR João do Carmo.

    O Brasil tem cerca de 46,5 milhões de pessoas com algum tipo de deficiência, conforme dados do IBGE.

    À CNN Rádio, ele afirmou que a inclusão “significa mudança de atitude, crença, percepções e adaptação do ambiente para acolhimento do aluno que apresenta diferenças quanto ao desenvolvimento e aprendizagem.”

    O especialista destaca que a luta pela educação inclusiva é “de longa data”, e que envolve formação e capacitação dos docentes e de todos os envolvidos na escola.

    “É importante também prever o acolhimento das famílias”, completou.

    Segundo João do Carmo, “precisamos caminhar muito, esclarecer e conscientizar a população sobre o que é a inclusão, que tem acontecido em passos lentos.”

    O professor vê que de norte a sul do Brasil, embora as realidades sejam diferentes, as dificuldades são as mesmas, de falta de preparo dos profissionais e mesmo de adequação das estruturas.

    “O ambiente que precisa se adequar aos alunos. Imagine uma criança ou adolescente cadeirante, que poderá enfrentar dificuldade com a arquitetura da escola, sem rampa adequada, por exemplo”, concluiu.

    *Com produção de Isabel Campos