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    Câmeras preservam atividade policial, diz diretor-geral da PRF à CNN

    Antônio Fernando Oliveira explicou o uso das câmeras nos uniformes policiais da Polícia Rodoviária Federal

    Da CNN

    A Polícia Rodoviária Federal (PRF) começou a utilizar câmeras nos uniformes de seus agentes no Rio de Janeiro desde o início deste ano. Segundo o diretor-geral da corporação, Antônio Fernando Oliveira, em entrevista à CNN nesta segunda-feira (17), o equipamento tem o objetivo de preservar a atividade policial.

    Oliveira explicou que a PRF tem um projeto para adotar as câmeras corporais desde 2023, visando garantir a integridade das ações policiais, tanto para os cidadãos abordados quanto para os próprios agentes.

    Estudo técnico para implementação

    Um estudo técnico está sendo realizado para determinar a melhor metodologia de utilização das câmeras, levando em consideração as especificidades do trabalho da PRF, como escalas de 24 horas e atuação em áreas rurais.

    Segundo o diretor, a licitação para a aquisição dos equipamentos deve ocorrer no final deste ano, caso a programação seja cumprida. O modelo escolhido precisa ser compatível com as necessidades operacionais da corporação.

    Gravação ininterrupta nas viaturas

    De acordo com Oliveira, o projeto prevê que as câmeras instaladas nas viaturas realizem gravações ininterruptas, filmando não apenas a frente do veículo, mas também o interior, onde ficarão os detidos. Já as câmeras corporais deverão ser acionadas pelos agentes durante todas as interações e abordagens.

    “Nós estabelecemos em protocolo que todas as interações têm que ser gravadas”, afirmou o diretor-geral. Ele explicou que os registros eletrônicos das abordagens realizadas pelos policiais deverão coincidir com as imagens gravadas pelas câmeras.

    Fase de testes

    Atualmente, cerca de 400 policiais rodoviários federais estão participando de uma fase de testes com as câmeras corporais em cinco delegacias distintas, com características diferentes, como áreas amazônicas, metropolitanas e de fronteira. Segundo Oliveira, até o momento, o sistema tem se mostrado eficiente.

    O diretor ressaltou ainda que, diferentemente do modelo adotado em São Paulo, onde os policiais podem ligar e desligar as câmeras, na PRF não haverá essa prerrogativa. “Para a proteção da atividade policial, que é o que eu vejo como mais importante na utilização do equipamento, precisa ter confiabilidade”, justificou.

    Os textos gerados por inteligência artificial na CNN Brasil são feitos com base nos cortes de vídeos dos jornais de sua programação. Todas as informações são apuradas e checadas por jornalistas. O texto final também passa pela revisão da equipe de jornalismo da CNNClique aqui para saber mais

    (Publicado por Raphael Bueno, da CNN Brasil)