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    Cepa da Índia: medidas sanitárias em aeroporto, rodoviária e rodovias em SP

    Secretaria municipal de Saúde de São Paulo montou pontos sanitários para controle de passageiros vindos do Maranhão e Campos dos Goytacazes, no RJ

    Medida sanitária contra cepa indiana da Covid-19 no aeroporto de Congonhas, capital paulista
    Medida sanitária contra cepa indiana da Covid-19 no aeroporto de Congonhas, capital paulista Foto: Renan Fiuzza/CNN

    Jairo Nascimento, da CNN, em São Paulo

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    A secretaria municipal de Saúde de São Paulo instalou medidas sanitárias para controle de passageiros vindos do Maranhão e Campos dos Goytacazes, no Rio de Janeiro, no aeroporto de Congonhas e no Terminal Rodoviário do Tietê. A intenção é rastrear possíveis infectados com a cepa indiana.

    Na rodoviária, os passageiros e motoristas serão orientados verbalmente sobre a possibilidade de contágio, receberão Material educativo e terão a temperatura medida. Em caso de sintomas de síndrome gripal, a pessoa será encaminhada para atendimento na rede municipal de Saúde, realizará teste PCR para o coronavírus e, se necessário, fará isolamento em casa ou em hotel. Todos deverão assinar um termo confirmando a orientação da equipe de Vigilância Sanitária.

    Nesta quinta-feira (27), um espaço para controle dos passageiros foi reservado no aeroporto de Congonhas, na zona sul da capital paulista. Os passageiros receberam orientação e está sendo feita investigação de sintomas da Covid-19. Nesta manhã, uma mulher apresentou sintomas da doença e foi encaminhada para uma unidade de saúde próxima ao aeroporto.

    O aeroporto internacional de Guarulhos não tem pontos sanitários – passageiros vindos do Maranhão confirmaram nenhum tipo de orientação diferenciada ao chegar em São Paulo. A Administração do Aeroporto e a prefeitura de Guarulhos disseram que não farão restrições a estes passageiros, apenas a orientação habitual de combate à pandemia, como orientações por escrito e avisos sonoros. Segundo o aeroporto, a responsabilidade do controle é da Anvisa. A CNN pediu um retorno do Agência de Vigilância Sanitária, mas não recebeu resposta.

    Também serão identificados caminhões com origem do Maranhão ou de Campos dos Goytacazes, para os quais serão aplicados questionários e aferição de temperatura. Os casos suspeitos serão orientados.

    Há uma semana, a variante indiana foi identificada em seis pessoas, de uma tripulação de 24, que estavam em um navio vindo da China e que está parado a 35 quilômetros da costa de São Luís, capital do Maranhão. Os infectados estão isolados.

    O sétimo caso foi confirmado após exame do Instituto Adolfo Lutz. Um homem de 32 anos que trabalhou na Índia, desembarcou no Aeroporto de Guarulhos, em São Paulo, no dia 22 de maio e seguiu em voo para Campos dos Goytacazes, no Rio de Janeiro.

    As autoridades de saúde paulistas e fluminenses estão rastreando pessoas com quem este homem teve contato na viagem.

    Leia a nota da secretaria municipal de Saúde de São Paulo sobre o assunto na íntegra:

    “A Prefeitura de São Paulo, por meio da Secretaria Municipal da Saúde (SMS), informa que desde terça-feira (25), foram abordadas cerca de 500 pessoas nos três terminais rodoviários da capital: Tietê, Jabaquara e Barra funda, todas assintomáticas, sem necessidade de encaminhar para a Unidade Básica de Saúde (UBS).

    Para a realização dos testes, a SMS esclarece que segue as diretrizes do Programa Municipal de Imunização (PMI), e são realizados apenas nos passageiros que apresentam sintomas.

    Nesta quinta-feira (27), na barreira sanitária implantada no Aeroporto de Congonhas, praticamente, todos os passageiros que desembarcaram no local foram abordados, e três apresentaram sintomas, logo, foram encaminhados à UBS Jardim Aeroporto – Doutor Massaki Udihara, para a realização do teste e realizar o isolamento social, conforme orientação das equipes de Saúde.

    O resultado do exame deverá ser liberado entre 48 a 72 horas.”

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