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    Colapso de mina em Maceió: terra afunda mais devagar, mas alerta máximo é mantido

    No acumulado, a mina cedeu cerca de 1,70 metro. Nas últimas 24 horas, afundou 7,4 centímetros.

    Imagem aérea da região da mina 18 da Braskem, em Maceió, que apresenta risco iminente de colapso
    Imagem aérea da região da mina 18 da Braskem, em Maceió, que apresenta risco iminente de colapso Reprodução/CNN

    Da CNN*

    A Defesa Civil de Maceió (AL) afirmou, por meio de nota publicada neste domingo (3), o afundamento da mina número 18 da Braskem desacelerou. Agora, o terreno cede a 0,3 centímetros por hora.

    No acumulado, a mina cedeu cerca de 1,70 metro. Nas últimas 24 horas, afundou 7,4 centímetros.

    O órgão destaca que o alerta máximo permanece.

    “Por precaução, a recomendação é clara: a população não deve transitar na área desocupada até uma nova atualização da Defesa Civil, enquanto medidas de controle e monitoramento são aplicadas para reduzir o perigo”, diz.

    O prefeito de Maceió, João Henrique Caldas (PL), afirmou à CNN neste domingo que a situação na mina da Braskem ainda é crítica, mas pode estar caminhando para estabilização.

    De acordo com o prefeito da capital alagoana, mais de 60 mil que viviam próximas à mina foram realocadas.

    Ainda segundo ele, um estudo sobre os impactos do colapso da mina está sendo concluído pela prefeitura de Maceió. O prefeito indicou ainda que pretender levar a Brasília o planejamento do município para lidar com o eventual colapso da mina.

    Um relatório do Ministério de Minas e Energia (MME) aponta que a área da mina da Braskem em Maceió, Alagoas, está estabilizada e um eventual afundamento do solo deve ser pontual.

    *Publicado por Danilo Moliterno.