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    Como fica o serviço de água e esgoto em SP durante a greve de funcionários da Sabesp?

    Junto com metroviários e ferroviários, funcionários da companhia estão protestando contra concessões, terceirizações e privatizações

    Trabalhadores se reunirão a partir das 15h em frente ao prédio da Sabesp, localizado na região central da capital paulista
    Trabalhadores se reunirão a partir das 15h em frente ao prédio da Sabesp, localizado na região central da capital paulista Foto: Reprodução/Facebook

    Douglas Portoda CNN

    São Paulo

    A greve de funcionários da Sabesp não irá afetar o abastecimento de água e o serviço de esgoto, segundo o presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Água, Esgoto e Meio Ambiente do estado de São Paulo, José Faggian.

    Os funcionários da empresa aderiram à greve unificada junto aos sindicatos dos metroviários e dos ferroviários, desde a 0h desta terça-feira (3), para protestar contra concessões, terceirizações e privatizações da Sabesp, do Metrô e da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM).

    De acordo com Faggian, “serviços essenciais e emergenciais serão atendidos”. “A população não vai sofrer interrupção no abastecimento de água”.

    O Tribunal Regional do Trabalho (TRT) da 2ª Região determinou que 85% dos funcionários da empresa trabalhem. Caso a medida não seja atendida, foi estabelecida uma multa diária de até R$ 500 mil.

    A partir das 15h, os trabalhadores se reunirão em frente ao prédio da Sabesp, localizado na região central da capital paulista.

    Governo diz que greve é “ilegal e abusiva”

    governo de São Paulo afirmou, nesta segunda-feira (2), que a greve do Metrô, da CPTM e da Sabesp é “ilegal e abusiva”.

    “É absolutamente injustificável que um instrumento constitucional de defesa dos trabalhadores seja sequestrado por sindicatos para ataques políticos e ideológicos à atual gestão”, disse a gestão Tarcísio de Freitas (Republicanos) em nota.

    Segundo o comunicado, a greve não foi convocada para reivindicar questões salariais ou trabalhistas, “mas, sim, para que os sindicatos atuem, de forma totalmente irresponsável e antidemocrática, para se opor a uma pauta de governo que foi defendida e legitimamente respaldada nas urnas”.

    Veja também: Sindicatos aprovam greve de metrô, CPTM e Sabesp em SP