Copom eleva taxa de juros, mortes por Covid-19 no Brasil e mais de 3 de fevereiro

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Fabrizio Neitzkeda CNN

Em São Paulo

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O aumento da taxa básica de juros definido pelo Banco Central, as mortes por Covid no Brasil e o pedido da PGR para intimação dos senadores Omar Aziz e Renan Calheiros estão entre os destaques do 5 Fatos da manhã de 3 de fevereiro de 2022.

Aumento da Selic

O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) anunciou ontem (2) o aumento da taxa básica de juros, a Selic, para 10,75% ao ano – o maior patamar em quase cinco anos. A alta de 1,5 ponto percentual, a oitava consecutiva do índice, já era aguardada pelo mercado e deve fazer subir os valores de empréstimos e parcelamentos no país.

Intimação de senadores

O procurador-geral da República, Augusto Aras, pediu ao Supremo Tribunal Federal (STF) nesta quarta-feira a intimação da cúpula da antiga Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Pandemia: os senadores Omar Aziz (PSD-AM) e Renan Calheiros (MDB-AL) por uso de dados sigilosos. A requisição vem após uma notícia-crime protocolada pelo vereador do Rio de Janeiro Carlos Bolsonaro (Republicanos), um dos filhos do presidente Bolsonaro, com acusações de prevaricação e abuso de autoridade.

Mortes por Covid no Brasil

Pelo vigésimo-primeiro dia consecutivo, a média móvel de mortes pela Covid-19 no Brasil teve alta. Segundo os dados do Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass), nos últimos sete dias, foram registradas 650 mortes por dia – a maior média desde agosto de 2021. Nas últimas 24 horas, 172.903 novos casos foram identificados, além de 893 óbitos.

Risco aos não-vacinados

De acordo com dados divulgados pelo Centro de Controle e Prevenção de Doenças dos Estados Unidos (CDC) na tarde de ontem, na Casa Branca, pessoas não-vacinadas contra a Covid-19 têm 97 vezes mais chances de morrer pela doença do que os vacinados com a dose de reforço. O estudo também apresenta uma tendência maior de hospitalização para pessoas não imunizadas.

Rússia critica presença de tropas americanas

O governo russo classificou como “destrutiva” a presença de tropas dos Estados Unidos na Europa, em meio a uma série de tensões com a Ucrânia. O Kremlin nega a possibilidade de invadir o país vizinho, apesar de ter deslocado cerca de 100 mil de soldados na região da fronteira. Ontem, o presidente americano, Joe Biden, aprovou formalmente o envio de mais militares para o Leste Europeu.

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