Corpo de indigenista Maxciel Pereira deve ser periciado em Brasília

Polícia Federal (PF) quer saber se ele foi morto pelo mesmo grupo que assassinou o jornalista britânico Dom Phillips e o indigenista Bruno Pereira

Carol Queiroz e Vianey Bentes, da CNN, Manaus e Brasília
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O corpo de Maxciel Pereira dos Santos chega nesta quarta-feira (5) em Brasília e seguirá para o Instituto Nacional de Criminalística da Polícia Federal (INC).

A Polícia Federal (PF) quer saber se ele foi morto pelo mesmo grupo que assassinou o jornalista britânico Dom Phillips e o indigenista Bruno Pereira, no Amazonas.

A investigação busca também encontrar projétil que possa ter ficado alojado no corpo do indigenista. O corpo de Maxciel foi exumado na terça-feira (4) pela PF e acompanhado por familiares do servidor em Tabatinga (AM).

Maxciel Pereira dos Santos, de 35 anos, funcionário da Fundação Nacional do Índio (Funai) foi morto a tiros em Tabatinga, em 2019, e até o momento ninguém foi preso.

A família de Maxciel fez uma investigação por conta própria e remeteu o resultado para o Ministério Público Federal (MPF), solicitando a abertura de uma investigação, tendo como base a suspeita de que a morte de Maxciel foi devido a sua atuação no combate a crimes ambientais na região do Vale do Javari (AM). Esse caso veio à tona logo após a morte de Bruno Pereira e Dom Phillips.