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    CPI da Enel ouve diretor-presidente da Arsesp nesta quarta-feira

    Parlamentares querem entender se faltou fiscalização da agência sobre o trabalho da empresa de energia elétrica

    Funcionários da prefeitura e da Enel, trabalham na retirada de uma árvore de grande porte que caiu sobre fios e interrompeu energia elétrica, devido a chuva de ontem na Rua Dom Armando Lombardi, Vila Progredior, na região da Capela do Socorro, Zona Sul de São Paulo
    Funcionários da prefeitura e da Enel, trabalham na retirada de uma árvore de grande porte que caiu sobre fios e interrompeu energia elétrica, devido a chuva de ontem na Rua Dom Armando Lombardi, Vila Progredior, na região da Capela do Socorro, Zona Sul de São Paulo ALEX SILVA/ESTADÃO CONTEÚDO

    Mathias Broteroda CNN

    O diretor-presidente da Agência Reguladora de Serviços Públicos de São Paulo, Marcus Vinícius Vaz Bonini, será ouvido, nesta quarta-feira (22), pela CPI da Enel, na Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp). A expectativa é de que seja uma oitiva mais dura do que outra sessão, realizada em agosto deste ano, que também teve representantes da agência, segundo apurou a CNN.

    Parlamentares querem saber, por exemplo, como os representantes da Arsesp avaliam o serviço, o que foi identificado no início do apagão que atingiu São Paulo no início de novembro, se os problemas já eram previstos e o que foi feito.

    Fiscalização

    O trabalho da Arsesp, em relação à energia elétrica paulista, faz parte de um convênio com a Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica). A fiscalização deve acontecer da seguinte maneira, de acordo com a descrição da própria agência:

    Distribuição de energia

    – Fiscalizada de forma programada ou sob demanda.

    Prestação de Serviços Públicos de geração

    – Fiscalizada sob demanda.

    Além disso a Arsesp também deve fiscalizar 7 concessionárias e 12 permissionárias de serviços públicos de distribuição de energia elétrica no Estado de São Paulo e demais instalações de transmissão (DIT).

    Há ainda outras instalações, cujos tipos de fiscalização e locais a serem verificados são definidos pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). São elas:

    – 53 centrais de geração hidrelétrica (CGH);

    – 27 pequenas centrais hidrelétricas (PCH);

    – 44 usinas hidrelétricas (UHE);

    – 232 usinas termelétricas – biomassa;

    – 705 usinas termelétricas – fóssil;

    – 39 usinas fotovoltaicas (UFV);

    – 1 usina eólica (EOL)

    A CPI da Enel na Alesp começou em maio de 2023, mas ganhou repercussão após os apagões que deixaram milhares de paulistas sem energia elétrica no início deste mês.