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    Direito à vida da população invizibilizada é demanda urgente, diz especialista

    À CNN Rádio, Maria Sylvia Aparecida de Oliveira afirmou que o discurso do ministro dos Direitos Humanos e Cidadania Silvio Almeida é de “extrema importância”

    Priscilla Du Preez on Unsplash

    Amanda Garciada CNN

    A advogada, ativista e coordenadora de Política de Promoção da Igualdade de Gênero e Raça de Geledés Maria Sylvia Aparecida avaliou que a posição do ministro de Direitos Humanos e Cidadania Silvio Almeida é de “extrema importância.”

    Durante discurso de posse, ele citou homens e mulheres pretos e pretas, os povos indígenas, pessoas lésbicas, gays, bissexuais, transsexuais, travestis, intersexo e não binárias, além de pessoas com deficiência e idosos.

    À CNN Rádio, no CNN No Plural, Maria Sylvia destacou que o fato de o novo ministro reconhecer a existência dessas pessoas invizibilizadas mostra “respeito às diferenças e dar atenção incondicional para elas.”

    “Sofremos um processo histórico de desumanização, e é de extrema importância trazer a inclusão como imperativa para construção de sociedade justa, igualitária e fraterna.”

    A especialista defende que “o desafio para essa pasta de Direitos Humanos tem relação com preservação da vida.”

    “Silvio apontou isso no seu discurso, quando ele fala sobre violência estatal”, disse.

    Para a ativista, é necessário “colocar no centro da discussão de segurança pública, isso vale também para pautas de gênero, uma das demandas urgentes que temos em relação a gênero e raça é pensar nesse direito à vida da população excluída, inclusive de indígenas, LGBTQ e negros.”

    A expectativa de Maria Sylvia é de que o próximo governo permita que “minorias políticas avancem e estejam mais representadas nas próximas gestões e governos, e que se repita também nas outras esferas de governo”.

    *Com produção de Amanda Alves