Doria suspende home office, e servidores públicos de SP voltarão ao presencial

Aqueles que possuem condições médicas e ainda não foram vacinados poderão permanecer em regime remoto

Governador de São Paulo, João Doria (PSDB), acompanha a liberação de 800 mil doses da Coronavac para o Programa Nacional de Imunização (PNI), na sede do Instituto Butantan
Governador de São Paulo, João Doria (PSDB), acompanha a liberação de 800 mil doses da Coronavac para o Programa Nacional de Imunização (PNI), na sede do Instituto Butantan Foto: Mister Shadow/ASI/Estadão Conteúdo - 14 jul. 2021

Luana Franzão*, da CNN, em São Paulo

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O governador do estado de São Paulo, João Doria (PSDB), anunciou nesta quarta-feira (14) a suspensão do home office para os funcionários públicos do estado. De acordo com ele, a decisão se pautou no avanço da vacinação e na esperança da redução de casos e mortes em um futuro próximo. A informação foi dada em coletiva de imprensa durante a liberação de doses da Coronavac ao Programa Nacional de Imunização (PNI).

“Vamos ter uma redução acentuada do número de casos, então o Governo do Estado de São Paulo está dando um exemplo para que aqui os servidores possam voltar ao trabalho presencial, resguardadas os devidos cuidados (…) Isso [redução de casos e mortes] nos permite tomar essa decisão em absoluta segurança”, afirmou.

A exceção à nova regra é o caso de pessoas que estão em algum tipo de tratamento médico, ou tenham alguma forma de comorbidade e ainda não foram vacinados – estes poderão continuar em regime remoto, caso sua condição se encaixe nas determinações do Centro de Vigilância Sanitária da Secretaria de Saúde do estado e só devem retornar 14 dias após a segunda dose da vacina ou a dose única.

 “Fora disso [dos casos de exceção], é voltar ao trabalho, voltar à normalidade”, declarou o governador.

Aqueles que possuem condição física comum e ainda não foram vacinados devem retomar o trabalho presencial, mesmo sem a imunização. Doria afirma que esses funcionários devem apresentar testagem da Covid-19 e vacinar-se quando forem chamados no programa de vacinação.

De acordo com o governo, serão implantados os procedimentos de segurança sanitária, como o uso de máscara, de álcool em gel e a medição de temperatura.

Com informações do Estadão Conteúdo

*sob supervisão

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