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    Entenda como será a testagem de professores para a volta às aulas no RJ

    Reunião entre integrantes do governo estadual definirá protocolos de segurança e a data para o retorno dos alunos

    Na próxima terça-feira (18), representantes do governo estadual do Rio se reúnem para discutir o protocolo que será adotado para a retomada das aulas presenciais na rede estadual e particular de ensino. A gestão também prepara a testagem dos profissionais da educação. A previsão de retorno das aulas é para setembro.

    Em entrevista à CNN, na manhã desta sexta-feira (14), Pedro Fernandes, Secretário Estadual de Educação do Rio de Janeiro, explicou os protocolos para a volta às aulas presenciais. Ele também detalhou como funcionará a testagem dos professores e funcionários.

    “A testagem será feita pela Secretaria de Saúde em parceria com o Corpo de Bombeiros. A ideia é que a gente teste primeiro os profissionais administrativos, que já voltaram aos trabalhos, e antes dos alunos voltarem para as escolas os demais profissionais serão testados. Caso for identificado alguém com sintomas ou com Covid-19 ele será afastado para que possa se recuperar”, explicou.

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     Pedro Fernandes, Secretário Estadual de Eduacação do Rio
    Pedro Fernandes, Secretário Estadual de Educação do Rio
    Foto: Reprodução/CNN

    O secretário afirma ainda que, mesmo com o prazo estipulado para setembro, a volta às aulas ainda não tem uma data definida. A decisão cabe à Secretaria de Saúde do Estado.

    “Nós ainda não estabelecemos nenhum prognóstico de volta às aulas. A Secretaria de Saúde ainda não nos passou nenhuma data e é importante dizer que esta é uma crise de saúde pública. Só a pasta vai poder dizer o momento que poderemos retornar. O que nós já estamos fazendo é a garantia da preparação para o retorno”, afirmou. 

    Quanto ao impacto dos meses sem aula, Fernandes disse que o ‘buraco’ causado pela pandemia, naturalmente causará ‘perdas’. No entanto, a pasta já prepara estratégias para a reposição na aprendizagem escolar.

    “Mesmo sem as atividades presenciais, nós mantivemos ativos os nossos alunos através das plataformas que disponibilizamos. Mas nada substitui o professor em sala de aula. Por isso, naturalmente, nós vamos ter ‘perdas’. Em exceção do terceiro ano que irá se formar este ano, todas as demais séries poderão levar o conteúdo para reposição no próximo ano”, finaliza.

    (Edição: André Rigue)