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    Entenda por que o inverno deste ano será seco e quente

    São Paulo será um dos estados mais afetados da estação que termina no dia 23 de setembro de 2024

    São Paulo teve o mês de junho mais quente desde 1995
    São Paulo teve o mês de junho mais quente desde 1995 Aloisio Mauricio/Fotoarena/Estadão Conteúdo - 28.abr.2024

    Thiago Félixda CNN São Paulo

    O inverno do hemisfério sul começou na última quinta (20), com temperaturas elevadas e tempo seco no Brasil, conforme a previsão da Climatempo. A estação dura até o dia 23 de setembro de 2024.

    Um bloqueio atmosférico impede o deslocamento de frentes frias para o interior do Brasil neste fim de semana. A previsão, segundo a Climatempo, é que o tempo continue firme e seco desde o Paraná até a faixa sul da região Norte.

    “O ar seco no interior do Brasil vai ganhando cada vez mais intensidade e não tem essa massa de ar frio pra derrubar a temperatura. Vamos ter poucos dias de mais baixas, têm poucas frentes frias avançando pelo continente, a maioria vai passar pelo oceano e por isso que a tendência é de temperaturas acima da média durante os meses do inverno”, diz Maria Clara Sassaki, porta-voz do Tempo OK.

    A frente fria que atua na região Sul se afasta para o oceano, mas a circulação de ventos e diferentes níveis da atmosfera favorece o tempo nublado e a possibilidade de chuva durante o dia no noroeste, norte, nordeste e serra do Rio Grande do Sul, além do sul, oeste e sudoeste de Santa Catarina.

    As frentes frias durante os próximos meses vão seguir avançando pelo oceano e não pelo continente e as massas de ar polar que acompanham as frentes frias elas não conseguem avançar pelo continente, elas avançam pelo oceano junto com a frente fria”, finaliza Sassaki.

    Mês seco em São Paulo

    São Paulo enfrenta uma seca persistente, com menos de um milímetro de chuva em junho.

    A cidade está há 23 dias sem chuva significativa, registrando apenas meio por cento da média prevista para o mês, que é de quase 50 milímetros, conforme dados do Centro de Gerenciamento do Clima (CGE) da prefeitura, que iniciou as medições em 1995.