Ex-marido de cigana é ouvido sobre morte de empresário envenenado com "brigadeirão"

Polícia do Rio de Janeiro ouviu ex-cônjuge de Suyany Breschak, apontada como cúmplice no envenenamento do empresário Luiz Marcelo Antônio Ormond

Da CNN Brasil
Compartilhar matéria

O ex-marido da cigana Suyany Breschak, apontada como cúmplice na morte do empresário Luiz Marcelo Antônio Ormond, foi ouvido no início da tarde desta segunda-feira (3) na Delegacia do Engenho Novo, na Zona Norte do Rio. Ele deixou o local acompanhado da advogada, mas não falou com jornalistas.

Funcionárias de farmácia prestam depoimento

Antes disso, duas funcionárias da farmácia onde a principal suspeita, Júlia Andrade Cathermol Pimenta, de 29 anos, teria comprado o analgésico colocado no "brigadeirão" envenenado, também foram ouvidas pela polícia.

De acordo com as investigações, Júlia, que era namorada de Ormond, preparou o doce com a substância tóxica que foi consumida pelo empresário de 44 anos levando à sua morte.

Namorado de Júlia Pimenta presta depoimento

Nesta tarde, um homem apontado como namorado de Júlia Pimenta também foi ouvido pelos investigadores. Ele chegou acompanhado de seu advogado e não falou com a imprensa. Segundo a polícia, esse homem teria sido pego de surpresa com a informação de que Júlia estava envolvida nesse caso.

A polícia segue nas buscas por Júlia Andrade Cathermol Pimenta, que está foragida desde o início das investigações. Ela chegou a prestar depoimento inicialmente, mas não foi presa e agora não é mais localizada.

O corpo de Luiz Marcelo foi encontrado em avançado estado de decomposição dentro do apartamento onde morava, no dia 20 de maio. As investigações apontam que a morte teria ocorrido antes dessa data.

(Publicado por Raphael Bueno, da CNN Brasil)

Os textos gerados por inteligência artificial na CNN Brasil são feitos com base nos cortes de vídeos dos jornais de sua programação. Todas as informações são apuradas e checadas por jornalistas. O texto final também passa pela revisão da equipe de jornalismo da CNNClique aqui para saber mais.