FAB, Anac e polícia de MG investigam queda do avião que matou Marília Mendonça

Equipes de investigadores da FAB e da Polícia Civil foram deslocadas para o local do acidente, na região de Caratinga, em MG

Raphael Coraccinida CNN

Em São Paulo

Ouvir notícia

A Força Aérea Brasileira (FAB) anunciou, na noite desta sexta-feira (05), que abriu investigações para identificar os motivos da queda do avião que matou a cantora Marília Mendonça.

Segundo a FAB, membros do Terceiro Serviço Regional de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (SERIPA 3), localizado no Rio de Janeiro (RJ), foram acionados para identificar se houve falha mecânica ou humana na queda da aeronave.

Ao longo da investigação, os peritos reúnem documentos, retiram partes da aeronave e ouvem eventuais testemunhas para entender os motivos do acidente. “Não existe um tempo previsto para essa atividade ocorrer, dependendo sempre da complexidade da ocorrência”, disse a FAB em nota.

A Polícia Civil de Minas Gerais deslocou equipes da perícia criminal, de investigadores e delegados ao local dos fatos, onde realizam os primeiros levantamentos no local.

Durante os trabalhos, os policiais identificaram cinco corpos no avião, sendo três óbitos incluindo o da cantora e dois dos corpos já estão sendo encaminhados para Caratinga, onde legistas e auxiliares de necropsia aguardam para realização de exames.

A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) informou, por meio de nota, que “as investigações sobre as causas do acidente serão realizadas pelo Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticas (Cenipa), do Comando da Aeronáutica”.

A agência informou que a aeronave, de matrícula PT-ONJ, modelo C90A, estava com o Certificado de Verificação de Aeronavegabilidade (CVA) válido até 01/07/2022 e “tinha como proprietário e operador a empresa Pec Taxi Aereo Ltda e possuía capacidade para transportar seis passageiros, além dos pilotos”. “A empresa tinha autorização para operar táxi-aéreo”, completa a nota.

Mais Recentes da CNN