'Fiscalização das escolas da rede estadual de SP será semanal', diz secretário
Instituições devem seguir protocolos e limite de alunos; 700 escolas de todo o estado optaram pela reabertura de forma opcional
As aulas para alunos do ensino médio e Educação de Jovens e Adultos (EJA) da rede estadual de São Paulo voltam nesta quarta-feira (7) de forma opcional. Segundo a Secretaria Estadual de Educação (SEE), 700 escolas de todo o estado optaram pela reabertura.
À CNN, o secretário estadual de Educação de São Paulo, Rossieli Soares, afirmou que a fiscalização destas instituições será feita semanalmente. O trabalho de monitoramento será realizado pelas diretorias de ensino do estado.
"Nós vamos ter nossos acompanhamentos das escolas. Temos as diretorias de ensino, que são 91 no estado. Elas têm equipes de supervisores, professores, coordenadores e outros colaboradores que estarão visitando todas as escolas para garantir [o cumprimento de protocolos]. Mas as escolas só serão liberadas quando tiverem as condições de seguir o protocolo e dentro de um plano de atendimento adequado", afirma.
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"A rede estadual optou por ter até 20% dos alunos [para o retorno] e a escola pode ter até menos", afirma. "Portanto, nós vamos fazer acompanhamento para que todos os protocolos sejam cumpridos e estaremos visitando semanalmente todas estas escolas".
Na avaliação de Rossieli, são esperados cerca de 200 mil alunos nas instituições que iniciaram as atividades extracurriculares.
"Em torno de 200 mil alunos devem circular nas nossas escolas que estão oferecendo atividades extracurriculares em todo o estado. Somente aqui na capital, nós já iniciamos em escolas estaduais com 304 escolas", diz Rossieli.
Questionado quanto a efetividade dos protocolos, o secretário afirma que este ponto é crucial e determinante para permitir o pleno funcionamento das escolas. Segundo ele, "não há um objetivo ou um percentual de escolas, o importante é voltar de forma opcional, mas com segurança".
"Estamos sendo muito rigorosos [nesta retomada] (....) Voltar é muito importante, mas não dá para abrir mão da segurança. Se não tiver condições para os protocolos serem seguidos, a escola não pode reabrir, mesmo que a gente deseje", finaliza.
(Edição: André Rigue)