Governador diz que Pará comprará 3 mi de vacinas de ‘laboratórios possíveis’

Helder Barbalho (MDB) anunciou que estado comprará 3 milhões de doses de vacinas após STF liberar a aquisição de imunizantes por estados e municípios

O governador do Pará, Helder Barbalho (MDB)
O governador do Pará, Helder Barbalho (MDB) Foto: Marco Santos - 28.abr.2020/Agência Pará

Da CNN

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Em postagem nas redes sociais na noite desta terça-feira (23), o governador do Pará, Helder Barbalho (MDB), anunciou que o estado importará “3 milhões de doses de vacinas, imediatamente, de todos os laboratórios em que for possível”.

Barbalho não deu mais detalhes sobre a compra de imunizantes contra a Covid-19, apenas afirmou que os recursos para a ação já estão disponíveis. 

O anúncio é dado horas após o Supremo Tribunal Federal (STF) decidir que estados e municípios podem adquirir vacinas internacionais que já obtiveram a aprovação de entidades sanitárias de renome, mesmo que ainda não registradas pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

 

“Nosso objetivo é vacinar, o quanto antes, o maior número possível de paraenses”, escreveu Barbalho no Twitter. 

Em dezembro do ano passado, Lewandowski  autorizou que governadores e prefeitos de todo o país possam adquirir vacina contra Covid-19 que esteja registrada por autoridades sanitárias estrangeiras, ainda que não tenha o aval da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). 

Segundo o ministro, embora constitua incumbência do ministério da Saúde coordenar o Plano Nacional de Imunização e definir as vacinas integrantes do calendário nacional, tal atribuição não exclui a competência dos Estados, do DF e dos municípios para adaptá-los às peculiaridades locais.

“Embora o ideal, em se tratando de uma moléstia que atinge o País por inteiro, seja a inclusão de todas as vacinas seguras e eficazes no PNI, de maneira a imunizar uniforme e tempestivamente toda a população, o certo é que, nos diversos precedentes relativos à pandemia causada pela Covid-19, o Supremo Tribunal Federal tem ressaltado a possibilidade de atuação conjunta das autoridades estaduais e locais para o enfrentamento dessa emergência de saúde pública, em particular para suprir lacunas ou omissões do governo central.”

No virtual, Lewandowski já foi seguido pelos ministros Edson Fachin, Alexandre de Moraes, Marco Aurélio, Gilmar Mendes, Dias Toffoli e Cármen Lúcia.

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