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    Mês do Orgulho deve priorizar direitos da população LGBTQIAP+, diz especialista

    À CNN Rádio, a consultora em diversidade e inclusão Luanda Pires afirmou que junho não é período só de comemorações

    Raphael Renter na Unsplash

    Amanda Garciada CNN

    Junho marca o mês do Orgulho LGBTQIAP+. Para a advogada e consultor em diversidade e inclusão Luanda Pires, a data deve ir além das comemorações.

    “Este é o mês de trazer as reivindicações da população LGBTQIAP+ por direitos para o centro da sociedade”, disse, à CNN Rádio, no CNN Plural.

    Segundo ela, há a necessidade para a busca por mais segurança para a comunidade.

    “O Brasil ainda é um dos países mais inseguros para quem é LGBTQIAP+, matamos mais essas pessoas do que países do oriente da África, onde ainda há criminalização por pena de morte.”

    Luanda reforçou que é importante “trazer dados, anseios e necessidades de proteção, mais do que comemoração.”

    Ao mesmo tempo, porém, ela ressalta que houve avanços, especialmente nas últimas décadas.

    “A criminalização da LGBTfobia, por exemplo, somos uns dos únicos do mundo com essa legislação. No que se refere à construção formal de direitos, avançamos bastante”, disse.

    *Com produção de Isabel Campos