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    Novas “operações Escudo” são iniciadas após morte de PM em São Paulo

    Segundo a SSP, outros quatro a ataques a policiais militares aconteceram em janeiro

    PM é baleada durante tentativa de assalto na zona sul de São Paulo
    PM é baleada durante tentativa de assalto na zona sul de São Paulo Reprodução/redes sociais

    Felipe Souzada CNN*

    A Polícia Militar de São Paulo desencadeou “Operações Escudo” em quatro regiões onde ocorreram ataques a agentes, após a morte da soldado PM Sabrina Freire Romão Franklin, de 30 anos. As ações tiveram início na última semana.

    A agente foi assassinada após uma tentativa de assalto na Estrada Ecoturística De Parelheiros, na zona sul de São Paulo. As informações foram confirmadas pela Secretaria de Segurança Pública de São Paulo (SSP). Dois suspeitos pela morte da PM foram presos.

    Entre os dias 18 e 19 de janeiro, outros quatro ataques a policiais militares foram registrados no Estado, de acordo com a pasta.

    “Nenhum ataque a policial ficará impune. Já estamos imediatamente em operação após esses fatos”, afirmou o secretário de Segurança Pública de São Paulo, Guilherme Derrite.

    “Temos um trabalho de investigação da Polícia Civil acontecendo neste exato momento para identificação dos criminosos que covardemente atacaram os policiais”, concluiu Derrite.

    Segundo a SSP, as quatro regiões que receberão Operações Escudo são: 2ª Operação Escudo na região de Santo André; 3ª Operação Escudo na região sul da capital paulista, decorrentes do assassinato da soldado PM Sabrina; 4ª Operação Escudo na área de Piracicaba; e a 5ª Operação Escudo na região de Guarulhos.

    Mortes em 2023

    Em setembro de 2023, a Secretaria de Segurança Pública anunciou o fim da Operação Escudo no litoral paulista. A ação buscava os assassinos do soldado das Rondas Ostensivas Tobias (Rota), Patrick Bastos Reis, durante uma ação policial em Guarujá.

    Na ocasião, Operação Escudo deixou ao menos 28 pessoas mortas, teve 958 pessoas presas, sendo que 382 eram procuradas pela Justiça. Além disso, 117 armas de fogo e 977 quilos de drogas foram apreendidos. A ação durou 40 dias.

    *Sob supervisão de Bruno Laforé