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    Operação prende ex-funcionário de banco suspeito de desviar R$ 1,6 milhão

    Investigadores descobriram que o homem teria sido elo para abrir contas em nome de altos executivos do banco e desviar dinheiro para outras duas pessoas

    Ex-funcionário do banco Santander é preso acusado de desviar R$ 1,6 milhão da instituição
    Ex-funcionário do banco Santander é preso acusado de desviar R$ 1,6 milhão da instituição Divulgação

    Elijonas Maiada CNN

    em Brasília

    A Polícia Civil do Distrito Federal prendeu nesta terça-feira (17) um ex-funcionário do banco Santander suspeito de desviar R$ 1,6 milhão da instituição financeira. Walisson Oliveira Mota foi preso em Brasília.

    Outros dois suspeitos identificados pela polícia que teriam recebido o dinheiro desviado foram alvo de mandado de prisão em São Paulo. Claudemir Aranha Probio não foi encontrado e é considerado foragido.

    As autoridades suspeitam que a terceira pessoa que foi presa tenha tido a conta usada de forma indevida por outro suspeito, por isso, o nome está sob sigilo.

    A polícia também cumpriu seis mandados de busca e apreensão em Araçatuba (SP) e Bauru (SP), e conseguiu na Justiça bloqueios judiciais das contas dos investigados com o montante que teria sido desviado.

    O delegado Tiago Carvalho afirmou à CNN que o então funcionário do banco foi o elo com os comparsas e o responsável por abrir contas em nomes de altos executivos do Santander, segundo as investigações. “Eles foram vítimas de saques de FGTS de maneira ilícita”, explica.

    O responsável pela apuração também complementa que o dinheiro teria sido enviado para os dois outros suspeitos em São Paulo e que a inteligência do banco apoiou e ajudou na elucidação do caso, apurado pela Coordenação de Repressão aos Crimes Patrimoniais.

    Os investigados responderão pelos crimes de falsidade ideológica, estelionato, organização criminosa e lavagem de dinheiro.

    A CNN busca contato com as defesas dos investigados.

    Procurado pela CNN, o banco Santander confirmou que atuou na operação com a Polícia Civil de Brasília e reforçou que possui sistemas eficazes para identificar “eventuais desvios de conduta, evitando assim, prejuízo financeiro a seus clientes.”

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