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    PF faz megaoperação contra venda ilegal de lagosta em três estados do litoral nordestino

    São 230 policiais e 60 mandados; fiscalização identificou 249 toneladas de lagosta fruto de pesca ilegal

    Ação é fruto de fiscalização que identificou mais de 249 toneladas de lagosta com indícios de serem provenientes de pesca ilegal
    Ação é fruto de fiscalização que identificou mais de 249 toneladas de lagosta com indícios de serem provenientes de pesca ilegal PF/Divulgação

    Elijonas Maiada CNN

    em Brasília

    Sessenta mandados de busca e apreensão estão sendo cumpridos por 230 policiais federais em cidades do Ceará, do Rio Grande do Norte e na Bahia contra a pesca ilegal de lagosta. A ação é da Polícia Federal (PF) em parceria com o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama).

    Segundo a PF, a ação desta quarta-feira (1º) é fruto de fiscalização que identificou mais de 249 toneladas de lagosta com indícios de serem provenientes de pesca ilegal no estado cearense.

    A investigação apontou indícios de esquema criminoso de pesca ilegal de lagosta em praias dos municípios de Aracati, Fortim e Icapuí, no Ceará, envolvendo pescadores, atravessadores e empresas, com indícios de falsidades documentais para que o produto da pesca ilegal fosse formalmente inserido no mercado nacional e internacional.

    Os mandados são cumpridos em Fortaleza, Eusébio, Aracati, Fortim e Icapuí, no Ceará, Porto do Mangue, no Rio Grande do Norte e Alcobaça, na Bahia.

    As condutas dos investigados podem configurar, segundo a PF, o cometimento, em tese, dos crimes de pesca ilegal; obstrução a ação fiscalizadora ambiental; falsidade ideológica; receptação qualificada; associação criminosa e lavagem de dinheiro, com penas de até 34 anos de prisão.

    As investigações continuam com análise do material apreendido e fluxo financeiro dos suspeitos.