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    Pinkwashing: Neste mês do Orgulho LGBTQIA+, entenda o que é a prática

    À CNN Rádio, o especialista em políticas públicas para diversidade Beto Lago explicou como empresas devem evitar o pinkwashing

    Ana Cruz na Unsplash

    Amanda Garciada CNN

    O chamado pinkwashing acontece quando as marcas e empresas se aproximam do movimento LGBTQIA+ na época do mês do Orgulho, que acontece em junho.

    É o que explica o especialista em políticas públicas para economia criativa e diversidade Beto Lago.

    Em entrevista à CNN Rádio, no CNN Plural, ele afirmou que é similar a dar um tratamento de datas como a festa junina, Natal ou dia das crianças.

    O pinkwashing, portanto, é considerado negativo: “Há marcas que só se aproximam da causa nesta época, mas que não têm política de inclusão nas empresas, só colocam a bandeira do arco-íris na porta.”

    “A população LGBTQIA+ tem percebido isso e não aceita mais”, completou.

    Há, ao mesmo tempo, modelos positivos, conforme Beto.

    O especialista destaca que uma empresa, para patrocinar a parada de São Paulo, por exemplo, há exigência de que ela desenvolva ao longo do ano questões para a comunidade, como de cunho assistencial e educacional.

    Beto Lago contou que uma empresa o contatou para se aproximar do universo da diversidade, mas que percebeu que tinha que “fazer o trabalho de casa” antes de ter ação afirmativa de apoio.

    “Decidimos que, nesse ano, vamos construir dentro da empresa, conceitos de como incluir a pessoa LGBT.”

    É preciso que as pessoas entendam, portanto, “que essa não é uma data comemorativa, mas para chamar a atenção para a causa”.

    *Com produção de Isabel Campos