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    PM da Patrulha Maria da Penha é investigado por ameaçar a aluna em colégio do RJ

    O policial teria ido ao local após um desentendimento entra a aluna e sua filha

    PM da Patrulha Maria da Penha é investigado por ameaçar a aluna em colégio do RJ
    PM da Patrulha Maria da Penha é investigado por ameaçar a aluna em colégio do RJ Tânia Rêgo/Agência Brasil

    Giovanna Bronzeda CNN

    Em São Paulo

    Um policial militar que faz parte do programa “Patrulha Maria da Penha – Guardiões da Vida” está sendo investigado pela Corregedoria por supostamente ameaçar uma aluna no Colégio Estadual Visconde de Itaboraí, no Rio de Janeiro, na última quarta-feira (31). Ele foi afastado e não integra mais o programa, diz a Polícia Militar (PM).

    O policial teria ido ao local após um desentendimento entra a aluna e sua filha. Ele estava em serviço e usou, sem autorização, uma viatura da PM. “Segundo relatado pelos presentes, o policial ameaçou verbalmente e bateu na mão da mesma, além de ter confrontado a equipe pedagógica. Depois do ocorrido, o policial foi embora”, afirma a PM.

    A Polícia Civil diz que “o caso não foi registrado”, mas que “iniciou diligências para apurar os fatos” e que vai ouvir os pais das adolescentes, bem como a diretora da escola.

    A Polícia Militar afirmou que “a Corregedoria Geral da Corporação iniciou um procedimento apuratório interno sobre o fato por meio da 4ª Delegacia de Polícia Judiciária Militar (DPJM), unidade subordinada à CGPM. O policial militar envolvido no caso foi afastado do serviço que desempenhava e não integra mais o quadro da “Patrulha Maria da Penha – Guardiões da Vida”.

    A Secretaria de Estado de Educação (Seeduc) afirmou que “tomou conhecimento deste triste incidente na escola, em Itaboraí, e de imediato acionou o Conselho Tutelar e solicitou que a direção da unidade fizesse o registro de ocorrência na delegacia”.

    “Uma equipe da Seeduc esteve no colégio para prestar atendimento à família da estudante e a mesma foi encaminhada para acompanhamento psicológico. A Seeduc repudia toda forma de agressão e não compactua com qualquer tipo de violência e discriminação”, diz nota da Secretaria de Estado de Educação.