Por que tantas pessoas transexuais são mortas no Brasil

Neste episódio do podcast Entre Vozes, Luciana Barreto apresenta histórias e depoimentos de trans que descrevem obstáculos para fazer valer os seus direitos

Da CNN Brasil*

Em São Paulo

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Dados reunidos pela Associação Nacional de Travestis e Transexuais (Antra) apontam que 175 pessoas transexuais foram mortas no Brasil em 2020. Esse número coloca o país na liderança, pelo 13º ano consecutivo, de um ranking nefasto: o de países onde essa parcela da população é mais assassinada. Os números expõem um nível de violência assustador, mas muitas vezes não chegam sequer a causar comoção em parte da sociedade.

Neste episódio do Entre Vozes, Luciana Barreto vai além dos números e ouve as histórias por trás das estatísticas da transfobia no país. Ao longo do episódio, a professora universitária Megg Rayara conta como sua trajetória foi marcada por indicadores comuns para pessoas trans, como a evasão escolar – que ela prefere chamar de exclusão – e a rejeição da família. Megg também revela como escapou desses marcadores, já que retornou à escola e hoje faz parte dos 0,02% das pessoas transexuais que acessam o ensino superior.

Além de Megg, Alice Felis, Robeyonce Lima e Bruna Benevides, vozes que aparecem neste episódio, descrevem os obstáculos que enfrentam para fazer valer os seus direitos e seguem contrariando as estatísticas em um país que permite as mortes de inúmeras pessoas trans.

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Podcast Entre Vozes, com Luciana Barreto
Podcast Entre Vozes, com Luciana Barreto / Foto: Arte CNN Brasil

(* Publicado por Diego Toledo)

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