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    Polícia Civil deflagra operação contra irmãos suspeitos de traficar armas no RS

    Ações foram realizadas nas cidades de Cachoeirinha e Gravataí-RS; um homem foi preso

    DENARC deflagra operação de trafico de armas no RS
    DENARC deflagra operação de trafico de armas no RS DENARC

    Beto Souzada CNNGabriela Milanezicolaboração para a CNN

    A Polícia Civil do Rio Grande do Sul realizou, nesta quarta-feira (10), uma operação para combater o comércio irregular de munições e armas de fogo, tráfico e associação ao tráfico de drogas. Na ação conduzida por intermédio da 2° Delegacia de Repressão ao Narcotráfico (2° DIN/DENARC), um homem de 41 anos foi preso.

    De acordo com o delegado do caso, Rafael Liedtke, dois irmãos estavam no radar das investigações da polícia civil especializada há cerca de dois meses. As apurações começaram após uma denúncia de que os dois portavam substâncias entorpecentes, munições e armas de fogo na residência.

    Diligência em Cachoeirinha e Gravataí

    Após parecer favorável do Ministério Público, a polícia civil deflagrou buscas nas duas casas. De acordo com o delegado do caso, a operação começou durante a madrugada, quando agentes da 2° Delegacia do DENARC cercaram as duas residências, localizadas nas cidades de Cachoeirinha e Gravataí, na região metropolitana de Porto Alegre.

    Na residência de Cachoeirinha, um homem de 41 anos, com antecedente por homicídio qualificado, foi preso por porte ilegal de duas armas de fogo, além de munições.

    No local, os agentes encontraram duas pistolas e um revólver de uso restrito. Além do armamento, foram encontrados mais de R$ 2 mil em espécie e dois carros de luxo, avaliados em mais de R$350 mil. Veja as imagens:

    Esquema envolvia trocas

    À CNN, o Delegado Rafael Liedtke, disse que o que chamou a atenção nesse caso foi o uso de terceiros para o recebimento dos valores na troca das armas.

    O esquema envolvia o pagamento por meio de carros de luxo, em nome de terceiros. Os irmãos atuavam com a venda das armas e munições, e para não deixar lastro financeiro dos negócios, pediam em contrapartida que carros de luxo fossem registrados em nomes de “laranjas”.