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    Polícia Federal vai investigar evento em SP em que mulheres teriam sido usadas como “cobaias”

    Dois estrangeiros teriam cobrado entre U$ 12 mil e U$ 50 mil de homens de outros países interessados em fazer um “curso de conquista de mulheres”

    Imagem ilustrativa de veículos da Polícia Federal
    Imagem ilustrativa de veículos da Polícia Federal Reprodução / PF

    Leonardo Ribbeiroda CNN

    Brasília

    A Embratur informou nesta quinta-feira (16) que acionou a Polícia Federal para investigar suposta exploração sexual cometida por um grupo de turistas estrangeiros, por meio de um evento, ocorrido no fim de fevereiro numa mansão em São Paulo.

    O presidente da Embratur, Marcelo Freixo, terá um encontro com o diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, na próxima segunda-feira (20) para tratar do assunto.

    “Não são bem-vindas em nosso país pessoas que desejam praticar crimes. O turismo para fins de exploração sexual fere nossas leis e quem o pratica será submetido à devida investigação, julgamento e punição”, diz nota divulgada pela empresa pública responsável pelo fomento do Turismo no Brasil.

    Ainda de acordo com a Embratur, há décadas, o Brasil executa políticas intersetoriais para combater o turismo para fins de exploração sexual, com ações internas de assistência social, prevenção com educação e investigação criminal; e externas, na reconstrução da imagem do país.

    O caso em questão ocorreu no mês passado. Dois estrangeiros teriam cobrado entre U$ 12 mil e U$ 50 mil de homens de outros países interessados em fazer um “curso de conquista de mulheres”.

    Para tanto, uma festa foi marcada numa casa de luxo em São Paulo. O problema é que as convidadas alegam não saber que seriam “cobaias” no evento. Algumas registraram ocorrência na Polícia Civil. Agora, a situação também também passará a ser apurada pelas autoridades federais.