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    Preso por morte de soldado da Rota é transferido de MG para São Paulo em avião da Polícia Militar

    Ele foi preso pela Polícia Militar de Minas Gerais na tarde de quarta (14), em Uberlândia; Kaique Coutinho do Nascimento, conhecido como Chip, teve a identidade divulgada na quinta-feira passada (8)

    Kaique Coutinho do Nascimento é escoltado por policiais no embarque no avião
    Kaique Coutinho do Nascimento é escoltado por policiais no embarque no avião Divulgação

    Guilherme Gamada CNNPedro PupulimRafael Vilarroelda CNN*

    São Paulo

    O suspeito de matar o soldado da Rota Samuel Wesley Cosmo, morto no último dia 2, foi transferido de Uberlândia, Minas Gerais, para o Aeroporto de Congonhas, na Zona Sul da capital paulista, na tarde desta quinta-feira (15).

    “Chip”, como é conhecido, foi escoltado por policiais militares da Rota na Aeronave King Air B200 do Comando de Aviação da Polícia Militar do Estado de São Paulo.

    Agora, Kaique Coutinho do Nascimento, de 21 anos, deve ser encaminhado ao Instituto Médico Legal para realização do exame de corpo de delito.

    Prisão

    Segundo a PM, “Chip” foi localizado após uma denúncia anônima informar que o local estava sendo usado como ponto para o tráfico de drogas.

    Com o suspeito, a PM de Minas apreendeu uma porção de maconha e uma quantidade em dinheiro.

    Segundo a Polícia Militar de Minas, o suspeito deu um nome falso aos agentes. Porém, ao ser verificado no sistema de pesquisa, a polícia descobriu a verdadeira identidade de “Chip”, além do mandado de prisão expedido em São Paulo pelo assassinato do soldado da Rota Wesley Cosmo.

    Uma câmera corporal instalada no uniforme de Samuel flagrou o momento em que ele é atingido. A imagem mostra o policial em patrulhamento em vielas, quando é surpreendido por um criminoso, que sai de uma porta e dispara contra ele.

    “Chip” teve a identidade divulgada pela Polícia Civil de São Paulo, durante entrevista coletiva na última quinta-feira (8) no gabinete da pasta, montado em Santos, após a onda de violência contra agentes do Estado.

    Segundo disse Derrite na última quinta (8), a identidade do suspeito foi informada à polícia por meio de outro jovem, que tem um apelido semelhante ao de “Chip”.

    “Um indivíduo se apresentou voluntariamente, com a presença de um advogado, pois o apelido de ambos era parecido”, explicou.

    Ainda de acordo com Derrite, “Chip” tem antecedentes criminais por tráfico de drogas e como “menor infrator”.