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    Quase 42% dos atingidos por enchentes no RS tiveram de deixar suas casas, diz Atlas/CNN

    Pesquisa revela também que quase 20% das pessoas impactadas pela chuva no estado tiveram queda na renda ou ficaram desempregadas

    Da CNN

    Segundo pesquisa Atlas/CNN divulgada nesta quinta-feira (23), 41,7% das pessoas afetadas pela enchente no Rio Grande do Sul tiveram de deixar suas casas e ir provisoriamente para outro lugar.

    Entre os participantes da pesquisa, 74,8% responderam que foram afetados diretamente pela catástrofe climática no estado. Ou seja: praticamente três a cada quatro indivíduos tiveram problemas ligados às chuvas.

    34,2% dos entrevistados tiveram as casas alagadas, mas de modo que a construção não tenha sido destruída. Já uma fatia de 7,8% dos participantes contaram que perderam suas casas.

    Em relação às mortes, 2,8% das pessoas que responderam à pesquisa contaram que um membro da família ou um amigo morreu por causa das enchentes. 7,8% disseram ter perdido algum animal de estimação.

    Segundo balanço oficial divulgado na manhã desta quinta, as enchentes no estado atingiram 2.342.460 pessoas, deixando 581.643 desalojados. Cerca de 65,7 mil indivíduos tiveram de ir para abrigos. As enchentes provocaram 163 mortes no Rio Grande do Sul.

    Quase um terço dos participantes (30,1%) relataram ter perdido bens de valor, eletrodomésticos ou documentos importantes, enquanto 19,1% disseram que ficaram sem acesso à água potável e à alimentação adequada. Outros 15,3% responderam que foram afetados de outra forma.

    Impacto financeiro

    Ainda de acordo com a pesquisa Atlas/CNN, 17,7% das pessoas afetadas pelas chuvas em território gaúcho disseram ter tido uma queda na renda ou que ficaram desempregadas.

    7% dos participantes relataram que perderam carro ou moto em razão das tempestades.

    A pesquisa Atlas/CNN foi feita entre os dias 14 e 21 de maio. Ao todo, 3.920 moradores do Rio Grande do Sul foram entrevistados. A margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos e o nível de confiança é de 95%.